UM DESEJO ARDENTE

UM DESEJO ARDENTE

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O ALCOOLISMO É UMA DOENÇA E NÃO TEM CURA

O alcoolismo é uma doença incurável, de determinação fatal e progressiva até mesmo em períodos de abstinência, entretanto, existem tratamentos para interromper o crescimento da doença, como veremos a seguir.
Tratamentos psicossociais: As psicoterapias descritas mais adiante têm sido usadas no tratamento dos transtornos causados pelo uso do álcool. Vários autores fizeram revisões da eficácia das várias psicoterapias para tais transtornos. Este tópico faz revisões dos resultados na literatura sobre terapias comportamentais cognitivas, terapias comportamentais, terapias psicodinâmicas/interpessoais, intervenções breves, terapia conjugal e familiar, terapia de grupo, aftercare e grupos de auto-ajuda. 
Terapias comportamentais cognitivas: Existem muitas evidências de que os tratamentos comportamentais cognitivos que objetivam a melhora do autocontrole e das habilidades sociais levam consistentemente à redução do alcoolismo. Estratégias de autocontrole incluem estabelecimento de metas, automonitorização, análise funcional dos antecedentes do alcoolismo e possibilidades de aprendizagem de alternativas para enfrentamento de situações conflitivas. O treinamento das capacidades sociais concentra-se em desenvolver habilidades para formar e manter relações interpessoais mais estáveis, positividade e recusa para aceitar bebidas. Holder et al. relataram que as intervenções comportamentais para tratamento do estresse foram efetivas em seis dos dez estudos revistos. Monti et al. descobriram que pacientes internados que receberam tratamento de exposição a insinuações pareado a treinamento das habilidades de enfrentamento tiveram melhores resultados que aqueles que receberam somente tratamento padronizado quando internados. Intervenções em terapia cognitiva concentradas em identificar e modificar pensamentos mal-adaptativos e que não incluam um componente comportamental não têm sido tão efetivas quanto os tratamentos comportamentais cognitivos. 
O treinamento do autocontrole consiste em estratégias cognitivas e comportamentais, inclusive automonitorização, estabelecimento de metas, recompensas para obtenção de metas, análise funcional de situações propícias para beber e aprendizagem das habilidades alternativas para enfrentamento do problema com bebidas. Embora alguns estudos de treinamento de autocontrole comportamental tenham incluído alcoolismo controlado, bem como abstinência, como objetivo do tratamento, as técnicas comportamentais de autocontrole devem ser utilizadas com o objetivo explícito a longo prazo de abstinência. 
Em vários estudos, o aumento das respostas de enfrentamento ou "auto-eficácia" ao final do tratamento predisseram melhores resultados com a bebida durante o acompanhamento. Os indivíduos que relatam uso mais freqüente de estratégias cognitivas ou comportamentais com intuito de resolver ou dominar o problema ("enfrentamento por aproximação") tipicamente têm melhores resultados que aqueles que dependem de ficar distantes das situações de alto risco ("enfrentamento por evitar"). 
Terapias comportamentais A terapia comportamental individual e a conjugal têm demonstrado efetividade para pacientes com transtornos causados pelo uso do álcool. A abordagem mais estudada do tratamento de pacientes com transtornos causados pelo uso do álcool é a abordagem do reforço da comunidade, que utiliza princípios comportamentais e, geralmente, inclui terapia conjunta, treinamento para encontrar trabalho, aconselhamento enfocado em atividades sociais e recreacionais livres de álcool, monitorização do dissulfiram e clube social livre de álcool. Usando designação aleatória para reforço da comunidade ou tratamentos hospitalares padronizados, Azrin observou que os pacientes no grupo de reforço da comunidade bebiam menos, passavam menos dias longe de casa, trabalhavam mais dias e eram menos institucionalizados durante um acompanhamento de 24 meses. Um segundo estudo controlado comparando a) a abordagem de reforço da comunidade, b) dissulfiram mais um programa comportamental de fidelidade ao tratamento e c) tratamento ambulatorial regular mostrou que os pacientes tratados com reforço da comunidade saíram-se substancialmente melhor em todas as medidas de resultados que aqueles nas outras condições de tratamento. 
Terapias psicodinâmicas/interpessoais Holder et al. concluíram que houve poucas evidências empíricas de estudos controlados de que a psicoterapia orientada pelo insight ou aconselhamento são tratamentos efetivos para o alcoolismo. A psicoterapia individual produziu melhores resultados que uma condição de controle em dois dos oito estudos revistos, e a terapia de grupo orientada psicodinamicamente produziu melhores resultados em dois de onze estudos. Abordagens genéricas de aconselhamento (caracterizadas como primariamente diretivas e de apoio) produziram melhores resultados que os controles em um de oito estudos revistos. Estudos existentes sobre essa modalidade podem ser limitados por suas abordagens a curto prazo. 
Intervenções breves As intervenções breves, em geral, são oferecidas por uma a três sessões e incluem uma avaliação abreviada da gravidade do alcoolismo e de problemas relacionados e fornecimento de feedback motivacional, além de aconselhamento. Em oito das nove experiências de tratamento controladas revistas por Holder et al., as intervenções breves demonstraram ser efetivas, embora Chick et al. relatassem resultados negativos. Revisões de Babor e Bien et al. concluíram que intervenções breves: a) são tipicamente mais efetivas (em termos de uso do álcool, saúde geral ou funcionamento social); b) muitas vezes têm eficácia comparável à de programas tradicionais mais intensos e a mais longo prazo; c) aumentam a efetividade do tratamento posterior. Mesmo as intervenções que sejam muito breves (isto é, de algumas horas) podem ter algum efeito positivo. Intervenções breves são utilizadas tipicamente (e têm mais sucesso) para pacientes afetados menos gravemente e que não tenham recebido tratamento anterior para um transtorno com o álcool. São necessárias mais pesquisas para determinar quais pacientes são otimamente servidos pelo recebimento de uma intervenção breve. 
Terapia conjugal e familiar O estado do relacionamento do paciente com familiares ou outras pessoas igualmente significativas pode ser fator crítico no ambiente pós-tratamento para pacientes que sejam casados ou que vivam com a família. O’Farrell et al. contrastaram a terapia conjugal comportamental e a terapia conjugal interacional com um grupo-controle sem tratamento. Ambos os grupos de tratamento mostraram melhor evolução no ajuste conjugal, e os grupos de terapia conjugal mostraram maior grau de sobriedade no decorrer de um período de acompanhamento a curto prazo. Dois outros estudos mostraram que os pacientes que receberam terapia conjugal comportamental começaram a ter melhores resultados com relação ao alcoolismo que aqueles que não a tiveram após um ano de acompanhamento. Estudos também indicaram que o envolvimento do cônjuge no tratamento leva à melhora dos resultados conjugais e do uso do álcool precocemente no período pós-tratamento, que os pacientes em terapia conjunta têm menor probabilidade de abandonar o tratamento, e que a terapia com o intuito de melhorar o casamento como um todo parece funcionar melhor que a terapia de casais concentrada rigidamente nos problemas relacionados ao álcool (terapia com envolvimento mínimo do cônjuge ou apenas concentrado no álcool).

sexta-feira, 1 de novembro de 2013


A lei de Moisés foi abolida ou Jesus veio para pôr um fim na Lei de Moisés?

PROBLEMA: Jesus disse muito explicitamente: "Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir." Entretanto, certa ocasião Jesus aprovou seus discípulos quando eles quebraram a lei dos judeus quanto ao trabalho no sábado (Mc 2:24), e o próprio Jesus aparentemente aboliu a lei cerimonial ao considerar puros todos os alimentos (Mc 7:19).
Os discípulos de Jesus rejeitaram claramente muito do que era da lei do AT, inclusive a circuncisão (At 15; Gl 5:6; 6:15). De fato, Paulo declarou: "Não estais debaixo da lei e sim da graça" (Rm 6:14), e afirmou, também, que os Dez Mandamentos, gravados em pedra, tinham sido removidos em Cristo (2 Co 3:7,14).
SOLUÇÃO: Na questão quanto a se a Lei de Moisés foi abolida por Cristo, a confusão se estabelece por se deixar de fazer distinção entre várias coisas.
Em primeiro lugar, há a confusão do tempo. Durante sua vida terrena, Jesus sempre guardou pessoalmente a Lei de Moisés, inclusive oferecendo sacrifícios aos sacerdotes judeus (Mt 8:4), participando das festas judias (Jo 7:10) e comendo o cordeiro pascal (Mt 26:19). De vez em quando ele violava as tradições falsas dos fariseus, que tinham sido levantadas em torno da Lei (cf. Mt 5:43-44), repreendendo-os: "Invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição" (Mt 15:6). Os versículos que indicam que a Lei foi cumprida referem-se à situação depois da cruz, quando não há "nem judeu nem grego... porque todos vós sois um em Cristo Jesus" (Gl 3:28).
Em segundo lugar, há uma confusão quanto a certos aspectos. Pelo menos algumas das referências (se não todas) à Lei, a respeito de elas terem sido abolidas no NT, referem-se a cerimônias e tipos do AT. Esses aspectos cerimoniais e tipológicos da Lei de Moisés foram de forma clara abolidos quando Jesus, o nosso cordeiro pascal (1 Co 5:7), cumpriu os tipos e predições da Lei quanto à sua primeira vinda (cf. Hb 7-10). Nesse sentido, Jesus claramente aboliu os aspectos cerimoniais e tipológicos da Lei, não destruindo-a, mas cumprindo-a.
Finalmente, há uma confusão quanto a contexto, mesmo quando as dimensões morais da Lei são discutidas. Jesus, por exemplo, não apenas cumpriu as exigências morais da Lei por nós (Rm 8:2-3), mas também o contexto nacional e teocrático no qual os princípios morais de Deus foram expressos no AT não mais se aplica aos cristãos nos dias de hoje. Por exemplo, não estamos debaixo dos mandamentos como Moisés os expressou para o povo de Israel, porque, ao serem expressos ao povo nos Dez Mandamentos, eles traziam a recompensa de que os judeus viveriam uma longa vida "na terra [da Palestina] que o Senhor, teu Deus, te dá [aos israelitas]" (Êx 20:12). Quando o princípio moral contido nesse mandamento do AT é estabelecido no NT, ele se expressa num contexto diferente, a saber, num contexto que não é nacional nem teocrático, mas pessoal e universal.
Para todas as pessoas que honram seus pais, Paulo declara que eles terão "longa vida sobre a terra" (Ef 6:3). De igual forma, os cristãos não mais estão debaixo do mandamento de Moisés para cultuarem no sábado (Êx 20:8-11), já que, depois da ressurreição, das aparições e da ascensão (as quais ocorreram todas no domingo), os cristãos cultuam no domingo em vez de no sábado (veja At 20:7; 1 Co 16:2).
O culto do Shabbath, declarou Paulo, era no AT apenas uma "sombra" da realidade nova que foi inaugurada por Cristo (Cl 2:16-17). Já que até mesmo os Dez Mandamentos, como tais, foram expressos dentro de um contexto nacional, judeu, teocrático, então o NT pode falar corretamente que o que estava "gravado em pedras" foi, "em Cristo, removido" (2 Co 3:7,13-14).
Entretanto, isso não significa que os princípios morais contidos nos Dez Mandamentos, que refletem a verdadeira natureza de um Deus imutável, não são mais pertinentes aos crentes nos dias de hoje. De fato, cada um dos princípios contidos nos Dez Mandamentos é restabelecido num outro contexto no NT, exceto, é claro, o mandamento para descansar e cultuar no sábado.
Os cristãos hoje não mais se acham debaixo dos Dez Mandamentos tais como foram dados por Moisés, da mesma forma como não estamos debaixo dos requisitos da Lei Mosaica de sermos circuncidados (veja At 15; Gl 3) ou de levarmos um cordeiro ao templo em Jerusalém para ser sacrificado. O fato de estarmos presos a leis morais semelhantes confia o adultério, contra a mentira, contra o roubo e contra o assassinato não prova que estamos ainda debaixo dos Dez Mandamentos, assim como o fato de haver leis de trânsito semelhantes nos diversos estados de um país não implica que um infrator da lei no estado "A" esteja sujeito à lei do estado "B".
A verdade é que aquele que violou uma lei no estado "A" não violou lei alguma do estado "B", nem muito menos está sujeito às penalidades impostas neste estado. Da mesma maneira, embora tanto o AT como o NT se pronunciem contra o adultério, a punição no entanto é diferente - a pena capital no AT (Lv 20:10) e somente a excomunhão da igreja no NT (1 Co 5:1-13), com a esperança de uma reintegração mediante o arrependimento (cf. 2 Co 2:6-8).

"(Do livro de  Norman Geisler e Thomas Howe - Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e Contradições da Bíblia)

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Todos nós, precisamos parar alguns momentos, para pensar naquilo que é realmente importante na vida.

Existia em escola que se dedicava ao ensino de  crianças deficientes. Alguma dessas crianças permaneciam ali por toda sua vida escolar, enqunto outras podeiam ser educadas em escolas normais.  Em um jantar beneficenmte dessa escola, um pai de uma criança fez um discurso que jamais seria esquecido pelos que estavam presentes.    Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, clamou ele; Onde está a perfeição em meu filho josé? Pois tudo que  Deus faz é feito com perfeição!  Mas meu filho não pode entender as coisas como as outras crianças entendem. Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças.  ONDE ESTA A PERFEIÇÃO DE DEUS?
  A audiencia estava chocada, sofrida pela anguustia do pai e paralisada pela pergunta crucial.
  Eu acredito, o pai respondeu que quando Deus traz uma crianca assim no mundo, a perfeição que ele busca está no modo como as pessoas reagem a esta criança.   Ele contou a seguinte história sobre seu filho josé.   Uma tarde estavamos caminhando por um park onde alguns meninos jogavam bola e eram conhecidos de josé. José me perguntou; Pai será que eles me deixariam jogar?    Eu sabia que meu filho não era apto para jogar e para esportes e que a maioria dos meninos não o queriam no time deles.  Mas entendi que se meu filho fosse escolhido para jogar, isso lhe daria uma sensação de participação de autoconfiança e de utilidade
nde está a perfeição de DEUS?
No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais.

Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola comum..

Num jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes.

Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou:

- Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição? Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não se pode lembrar de fatos e números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?

Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai, mas ele continuou:

- Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança.

Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:

- Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol.

Pedro perguntou-me:

- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?

Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria na equipe. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros de equipe e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:

- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava.

Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.

Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino.

Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar.

No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três.

No final da nona rodada, a equipe de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar. Uma questão, porém, veio à minha mente: a equipe deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e deitar fora à possibilidade de ganhar o jogo?

Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro.

Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível.

Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater.

Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e perdeu.

Um dos companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.

O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro.

Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro da equipe balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.

O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo.

Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.

Então todo o mundo começou a gritar: Pedro corre para a primeira base, corre para a primeira.

Nunca na sua vida ele tinha corrido... mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado.

Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola...

Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base.

Todo o mundo gritou:

- Corre para a segunda, Pedro, corre para a segunda base.

Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal.

Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:

- Corre para a terceira.

Ambas as equipes correram atrás dele gritando:

- Pedro, corre para a base principal.

Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipe dele.

- Naquele dia, disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!

Moral da história: Todos nós, precisamos parar alguns momentos, para pensar naquilo que é realmente importante na vida. A amizade e a solidariedade nunca sairão de moda. Basta querermos!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O APÓSTOLO PEDRO FOI O PRIMEIRO PAPA?

O APÓSTOLO PEDRO: MÁRTIR EM ROMA, MAS NÃO FUNDADOR DA IGREJA ALI


Apesar de Pio XII ter declarado que uns ossos encontrados debaixo do altar da Basílica de São Pedro pertenciam ao apóstolo, e mais tarde, a 26 de Junho de 1968, Paulo VI ter anunciado que o túmulo de Pedro tinha sido identificado, tal identificação não é segura. O seu sítio tradicional é na colina vaticana, onde em 330 Constantino mandou construir uma basílica depois de um complexo nivelamento do terreno, e hoje assenta a basílica de São Pedro cuja construção se iniciou em 1503. A suposta sepultura de São Pedro se encontra debaixo do altar.
Para lá da certeza que possa haver acerca do sepulcro do Apóstolo Pedro, o propósito desta nota é comentar dois assuntos estreitamente relacionados mas certamente diferentes, a saber: a evidência de que o Apóstolo Pedro tenha ensinado e morrido em Roma, e a evidência de que tenha sido o fundador e primeiro bispo da Igreja de tal cidade.
I. A evidência de que Pedro morreu em Roma
Acerca do primeiro, ou seja, da morte de Pedro em Roma, o autor católico romano J.P. Kirsch diz:

Citação:
É um facto histórico indisputavelmente estabelecido que São Pedro trabalhou em Roma durante a última parte da sua vida, e aí concluiu a sua carreira terrenal com o martírio. Em relação à duração da sua actividade apostólica na capital romana, à continuidade ou não da sua residência aí, aos detalhes e ao êxito dos seus trabalhos, e à cronologia da sua chegada e morte, todas estas questões são incertas, e podem ser resolvidas somente com base em hipóteses mais ou menos bem fundamentadas. O facto essencial é que Pedro morreu em Roma: isto constitui o fundamento histórico para que os bispos de Roma reclamem a Primazia Apostólica de Pedro.
A residência e morte de São Pedro em Roma está estabelecido sem discussão como factos históricos por uma série de diferentes testemunhos que se estendem desde o final do primeiro século até o final do segundo, e que provêm de diferentes terras."

(s.v. Peter, Saint. Em The Catholic Encyclopedia, vol. 11, 1911; negrito acrescentado).

O autor sustenta que a morte de Pedro em Roma é um facto histórico indisputável. Na realidade trata-se de um facto muito provável; "indisputável" é uma palavra muito forte. Por outro lado, o autor do artigo sobre o túmulo de Pedro na mesma obra inicia o seu opúsculo com as seguintes confissões: "A história das relíquias dos Apóstolos Pedro e Paulo está envolta em considerável dificuldade e confusão. As autoridades primárias a ser consultadas estão em oposição umas com as outras, ou pelo menos o parecem estar." (Arthur S. Barnes, s.v. Tomb of St. Peter). A seguir apresento um resumo da evidência apresentada por Kirsch, com os meus comentários entre colchetes:
1. A alusão ao martírio de Pedro em João 21:18-19 parece pressupor que os leitores do Evangelho conheciam o facto.
[Fernando Saraví: Sim, mas não diz nada acerca do lugar onde ocorreu; portanto, tal alusão não apoia a tese defendida].
2. A saudação em 1 Pedro 5:13, "A [igreja] que está em Babilónia, eleita juntamente convosco, e [também] meu filho Marcos, vos saúdam", parece uma alusão a Roma (comparado com Apocalipse 17:5; 18:10). A antiga Babilónia estava então em ruínas.
[Fernando Saraví: Embora Babilónia não existisse como império, a região estava habitada; não é impossível – embora possa discutir-se quão provável - que Pedro escrevesse a partir daí. A tese romana baseia-se na identificação de Babilónia com Roma com base na referência ao Apocalipse, o que é obviamente uma conjectura. Além disso, o facto de que Pedro se encontrasse em Roma por volta de 64 não demonstraria que foi o primeiro bispo da Igreja ali].
3. Segundo o testemunho de Papias, bispo de Hierápolis na Ásia Menor, Marcos teria escrito o seu Evangelho em Roma a partir dos ensinamentos de Pedro. Clemente de Alexandria disse, baseado numa tradição, que depois que Pedro anunciou o Evangelho em Roma, os cristãos dali rogaram a Marcos que pusesse por escrito o que os Apóstolos lhes haviam pregado (Ireneu, Adv. Haer. 3:1; Eusébio, Hist. Eccl. 2,15; 3,40; 4:14; 6,14).
[Fernando Saraví: O testemunho de Papias é pouco confiável em muitos aspectos que se conhecem melhor, e portanto pouco digno de crédito. Por exemplo, diz umas coisas muito pitorescas sobre o milénio e a morte de Judas. Além disso, em ambos os testemunhos, chamativamente se trata de bispos que viviam longe de Roma: um na Ásia Menor (Papias) e outro em África (Clemente)].
4. Na sua carta à igreja de Corinto (escrita entre 95 e 97), o bispo de Roma Clemente menciona os sofrimentos e o martírio de Pedro e Paulo.
[Fernando Saraví: Sim, mas por certo que Clemente não diz que o martírio destes Apóstolos tenha ocorrido em Roma. A carta de Clemente demonstra que, além do Antigo Testamento, conhecia provavelmente os Evangelhos de Mateus e Lucas, e certamente várias das cartas de Paulo, como 1 Coríntios, Romanos, Filipenses, Efésios; também Hebreus. Em contrapartida, é bastante notável e significativo que não haja nenhuma citação textual das epístolas de Pedro].
5. Inácio, bispo de Antioquia, a caminho do seu martírio em Roma escreveu por volta de 117 aos cristãos dessa cidade: "Não vos dou eu mandatos como Pedro e Paulo. Eles foram Apóstolos; eu não sou mais que um condenado à morte" (4:3). Isto sugere que Pedro havia trabalhado em Roma.
[Fernando Saraví: Para a época em que escrevia Inácio, princípios do segundo século, é possível que os romanos conhecessem os ensinamentos de Pedro em forma escrita, como já a epístola de Clemente demonstra que conheciam as cartas de Paulo].
6. O bispo Dionísio de Corinto escreveu à Igreja de Roma quando Sóter era bispo ali (165-174). Eusébio comenta e cita esta carta como se segue: "Que os dois [Pedro e Paulo] sofreram martírio na mesma ocasião o afirma Dionísio, bispo de Corinto, em sua correspondência escrita com os romanos, nos seguintes termos: « Nisto também vós ... fundistes as plantações de Pedro e de Paulo, a dos romanos e a dos coríntios, porque depois de ambos plantarem em nossa Corinto, ambos nos instruíram, e depois de ensinarem na Itália no mesmo lugar, os dois sofreram o martírio na mesma ocasião»." (Hist. Eccl. 2, 25:8).
[Fernando Saraví: De novo, é curioso que esta tradição atestada na segunda metade do século II tenha sido conservada por um bispo de Corinto e não pela própria Igreja de Roma].
7. Por volta de finais do século II Ireneu de Lyon afirma que a Igreja de Roma tinha sido "fundada e organizada" "pelos mais gloriosos Apóstolos, Pedro e Paulo" (Adv. Haer. 3:3). Pouco antes tinha escrito: "Mateus também publicou um Evangelho entre os hebreus, no seu próprio dialecto, enquanto Pedro e Paulo estavam pregando em Roma, assentando os alicerces da Igreja." (Adv. Haer. 3:1.1).
[Fernando Saraví: Ireneu obviamente se equivocava, como o reconhecem muitos autores católicos. Paulo certamente não fundou essa igreja, e Pedro dificilmente esteve em Roma antes de 60; ver mais abaixo; além disso, o que diz sobre Mateus, baseado em Papias, é quase seguramente erróneo].
8. Pela mesma época Tertuliano de Cartago, em seus escritos contra os hereges, se refere à Igreja de Roma como aquela "pela qual os Apóstolos derramaram todo o seu ensino com o seu sangue, onde Pedro emulou a paixão do Senhor, onde Paulo foi coroado com a morte de João" [Baptista] (De Praescript. 35). O mesmo, contra Marcião apela ao testemunho dos cristãos de Roma, aos quais "Pedro e Paulo legaram o Evangelho selado com o seu sangue" (Adv. Marc 4:5). Em Scorpiace 15 menciona a crucificação de Pedro sob Nero; e em De Baptismo 5 há uma alusão a Pedro baptizando no Tibre.
[Fernando Saraví: desta vez é um bispo africano quem refere estas tradições. Roma parece não ter tido conhecimento até então de tão notáveis antecedentes].
9. Eusébio também cita Caio, cristão de Roma em tempos do bispo Zeferino (198-217). Depois de notar a tradição conservada por Tertuliano, no sentido de que Paulo foi decapitado e Pedro crucificado sob Nero, diz que segundo Caio em Roma estão os restos dos Apóstolos mencionados. A citação de Caio diz: "Eu, por outro lado, posso mostrar-te os troféus dos Apóstolos, porque se queres ir ao Vaticano ou ao caminho de Ostia, encontrarás os troféus dos que fundaram esta igreja" (Hist. Eccl. 2:7).
[Fernando Saraví: se supõe que Caio se refere aos sepulcros de Pedro e Paulo, uma vez que indica os lugares tradicionais das suas sepulturas. Contudo, não é claro a que se refere com "troféus"; seria um modo muito peculiar de referir-se a um sepulcro].
10. Havia em Roma, a partir do século II, uma tábua que comemorava a morte dos Apóstolos.
[Fernando Saraví: Uma tábua de origem desconhecida, que data de quase um século depois dos supostos factos].
11. O fragmento de Muratori, uma antiga lista de livros sagrados proveniente de Roma (século II) diz acerca de Actos: "Além disso, os actos de todos os Apóstolos foram escritos num livro. Para o 'excelentíssimo Teófilo' Lucas compilou os acontecimentos individuais que ocorreram na sua presença, como o demonstra claramente ao omitir o martírio de Pedro como também a partida de Paulo da cidade [de Roma], quando viajou até Espanha." (34-39).
[Fernando Saraví: Embora Paulo tivesse intenção de viajar até Espanha (Romanos 15:24,28) não há evidência de que efectivamente o tenha feito. Além disso, não diz o lugar do martírio de Pedro, e aparentemente o dissocia do de Paulo; em resumo, este testemunho de finais do século II serve de bem pouco].
12. Os Actos apócrifos de Pedro, e de Pedro e Paulo também testemunham esta tradição.
[Fernando Saraví: os escritos apócrifos, rejeitados pelos cristãos ortodoxos, são tardios e as suas tradições pouco confiáveis, em particular no que diz respeito às suas referências históricas].
Em todo o caso, o conjunto da evidência, embora de modo algum concludente, indica que o Apóstolo Pedro morreu em Roma no tempo de Nero. Um dado negativo mas importante em relação a isto, é que embora todas as sedes importantes procurassem traçar a sua origem a algum Apóstolo, nenhuma outra Igreja antiga reclamou para si a honra de ser o sítio do martírio de Pedro.
II. A evidência de que Pedro tenha sido o primeiro bispo de Roma
Por outro lado, não existe evidência de que Pedro tenha fundado a Igreja de Roma, nem de que tenha sido o seu primeiro bispo. Já que a ser isto verdade deveria ter ocorrido não mais tarde que 64 a 67, datas prováveis do martírio de Pedro, o documento fundamental para a nossa avaliação tem que ser o Novo Testamento. Eis aqui os dados:
1. A conversão de Paulo ocorreu provavelmente entre 34 e 37. Em Gálatas 1:13-18 Paulo diz que três anos depois da sua conversão viajou até Jerusalém e permaneceu com Pedro durante 15 dias; portanto, em 37 ou 40 Pedro ainda estava em Jerusalém.
2. Em Actos 9 a 11 narra-se a actividade missionária de Pedro em Lida, Jope e Cesareia (Actos 9-11); portanto não estava por então em Roma.
3. Depois da citada digressão, Pedro voltou a Jerusalém (Actos 11:2). Em Actos 12:1-3 Lucas nos diz que por esse tempo Herodes (Agripa) fez matar o Apóstolo Tiago, irmão de João, e encarcerar vários cristãos, entre eles Pedro. A milagrosa libertação de Pedro enfureceu Herodes Agripa (Actos 12:19). Ora bem, este rei morreu pouco depois (12:23). Segundo Flávio Josefo isso ocorreu durante o quarto ano do reinado do imperador Cláudio, ou seja em 45, e Pedro ainda estava em Jerusalém.
4. Em Gálatas 2:1, Paulo diz que 14 anos depois da sua primeira visita à igreja de Jerusalém, retornou e esteve com Tiago (o irmão do Senhor), Pedro e João (2:9). Pedro ainda permanece em Jerusalém. Depois disso, Pedro retribui a visita, viajando até Antioquia (ocasião em que Paulo o repreende por judaizar); portanto se encontra ainda no Próximo Oriente, longe de Roma.
5. Pedro tem um papel destacado no chamado "Concílio de Jerusalém" registado em Actos 15, a propósito do problema dos judaizantes, que teve lugar provavelmente por volta de 48 ou 49; portanto nessas datas também não se encontrava em Roma. Depois disso, possivelmente viajou pelas províncias orientais do império com a sua esposa (1 Coríntios 9:5).
6. A carta de Paulo aos Romanos se data entre 54 e 57. Escreve-lhes para "confirmá-los" e "anunciar-lhes o Evangelho" (1:11-15), coisa estranha se se supõe que Pedro já estava ali ensinando, sobretudo quando se recorda que Paulo não queria gloriar-se do feito por outros (2 Coríntios 10:15-16), e "edificar sobre o fundamento de outro" (Romanos 15:20). Além disso, no capítulo 16 Paulo saúda pelo nome 26 pessoas que conhecia na Igreja de Roma, mas não menciona em lado nenhum Pedro. Portanto, cabe pensar que por volta de 57 Pedro também não estava em Roma.
7. Paulo foi feito prisioneiro e permaneceu em Roma entre 58 e 60 (ou 60 a 62), e permaneceu ali não menos de 2 anos (Actos 28:30). A partir dali escreveu Efésios, Colossenses, Filemom e Filipenses. Em nenhuma destas epístolas menciona a presença de Pedro em Roma em finais dos anos 50 ou princípios dos anos 60.
8. Depois Paulo foi libertado e visitou as igrejas do Oriente. Foi feito prisioneiro e martirizado por volta de 67. Pouco antes escreveu 2 Timóteo, onde diz expressamente, "Só Lucas está comigo", e envia saudações de vários irmãos ("Pudente, Lino, Cláudia e todos os irmãos"), mas novamente Pedro está ausente.
Do anterior cabe pensar que se as tradições acerca da morte de Pedro em Roma forem correctas, a sua estadia e actividade deve ter sido relativamente breve, possivelmente coincidindo com a libertação transitória de Paulo (ou seja, entre 60 e 66 no máximo, antes de que se escrevesse 2 Timóteo). As epístolas de Pedro datariam de aproximadamente 64. Portanto, se bem que pareça muito provável que Pedro tenha pregado e morrido em Roma, não há evidência que tenha fundado a Igreja romana, nem que tenha sido o seu primeiro bispo.
Portanto, do ponto de vista histórico a pretensão do bispo romano de ser o "sucessor de Pedro", com o primado, a infalibilidade e toda outra prerrogativa singular, carece por completo de fundamento sólido. Trata-se de um gigantesco edifício construído sobre areia.
Bênçãos em Cristo,
Fernando D. Saraví
 
 http://conhecereis-a-verdade.blogspot.com.br/2010/02/o-apostolo-pedro-martir-em-roma-mas-nao.html

segunda-feira, 3 de junho de 2013

COMO SER SALVO SEGUNDO A PALAVRA DE DEUS...

O Plano Simples De Deus Para A Salvação

Meu amigo! Faço-te a mais importante pergunta desta vida. Tua alegria ou tristeza por tôda a ETERNIDADE depende dela. Eis a pergunta: Estás SALVO? Quer dizer ... ESTÁS CERTO de que irás para o Céu quando morreres? Não te pergunto se és membro de alguma igreja, mas ESTÁS SALVO? Não te pergunto se és pessoa de bem mas ESTÁS SALVO? Ninguém pode gozar das bênçãos de Deus ou ir para o Céu, sem estar salvo. Jesus disse a Nicodemos, em João 3:7 - "Necessário vos é nascer de novo." Deus nos deu na Sua Palavra um ÚNICO plano de Salvação. Esse plano é simples. Podes ser salvo HOJE.
Primeiro, meu amigo, tens de reconhecer que és PECADOR.
Romanos 3:10 - "Não há um justo, nem um sequer."
Romanos 3:22, 23 - "Porque não há diferença: TODOS pecaram e destituidos estão da glória de Deus."
Não há OPORTUNIDADE de seres salvo, se não reconheceres que ÉS PECADOR.
Porque és pecador, estás CONDENADO À MORTE!
Romanos 6:23 - "Porque o salário do pecado é a morte."
Tiago 1:15 - "E o pecado, gera a morte."
Isto significa separação de Deus, no Inferno para sempre. Sim, é terrível, meu amigo, mas é verdade. Mas Deus te amou tanto que Deu seu unigènlto filho, Jesus Cristo, como teu substituto, para levar teus pecados e morrer em teu lugar.
2 Coríntios 5:21 - "AQUELE que não conheceu pecado (Jesus) 0 fez pecado por NOS para que nELE fôssemos feitos justiça de Deus."
1 Pedro 2:24 - "Levando Ele mesmo em SEU corpo os NOSSOS pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas Suas feridas FOSTES SARADOS."
Jesus teve que morrer. Ele teve que derramar o Seu sangue. "Porque a alma da carne está no sangue (Levíticos 17:1 1). "Sem derramamento de sangue não ha remissão" (Hebreus 9:22).
Não podemos, agora, compreender como os nossos pecados foram colocados sobre Cristo, mas Deus, em SUA PALAVRA, diz que foi assim. Assim os TEUS PECADOS, meu amigo, foram carregados POR JESUS, e ELE MORREU EM TEU LUGAR. Isto é verdade. Deus não pode mentir!
0 carcereiro de Filipos perguntou a Paulo e Silas: "Que é necessário que EU FAÇA para me SALVAR?"
Atos 16:31 - "E eles disseram: CRÊ no Senhor Jesus Cristo, e SERÁS SALVO, tu e a tua casa."
Basta crer nELE como 0 que carregou teu pecado, e morreu no teu lugar, foi sepultado e ressuscitou para tua justificação. Clama, agora, por Ele!
Romanos 10:13 - "Porque TODO AQUELE que invocar o nome do Senhor será salvo."
A primeira oração que um PECADOR deve fazer, é a seguinte: "Ó Deus, tem misericórdia DE MIM, pecador" (Lucas 18:13). Agora és um pecador e sentes tristeza por isso. Então, AONDE ESTIVERES, podes elevar o teu coração a Deus em oração. Não é necessário fazer uma longa oração em voz alta, porque Deus está ANSIOSO para te salvar. Basta dizeres: "Ó Deus, sou um pecador arrependido. Tem misericórdia de mim e salva-me pelo amor de Jesus." Aceita-0, então, de acôrdo com a Sua Palavra.
Romanos 10:13 - "Porque TODO AQUELE (isto te inclui) que invocar o nome do Senhor SERÁ SALVO (será salvo, e não talvez seja salvo). SERÁ SALVO!
Crê em Deus e na Sua PALAVRA. Quando tiveres feito o que Ele te pediu, aceita a SALVAÇÃO PELA FÉ, conforme a SUA PALAVRA. CRÊ E SERÁS SALVO. Nenhuma igreja, nenhuma sociedade nem as boas obras ninguém - mas Só e únicamente JESUS CRISTO PODE TE SALVAR.
0 plano simples da salvação é: ÉS PECADOR; porque és pecador, DEVARÁS MORRER ou crer em Cristo que foi TEU SUBSTITUTO e morreu em TEU LUGAR, foi sepultado e ressuscitou. Clama por Ele, reconhecendo que és um pecador e pede-LHE que tenha misericórdia de ti e te salve, pelo AMOR DE JESUS. Crê, então, na Sua Palavra e, PELA FÉ,ACEITA A SALVAÇÃO. Dirás talvez:" Certamente isto não basta para ser salvo."
Sim - nada mais e absolutamente nada. Graças a Deus, muitos têm sido ganhos para Cristo por êsse simples plano. Está nas ESCRITURAS. É 0 PLANO DE DEUS. Crê nÊLE meu amigo, e SEGUE-0. Agora é o tempo. HOJE é o dia.
2 Coríntios 6:2 - "Eis aqui AGORA o tempo aceitável, eis aqui AGORA o dia da salvação."
Provérbios 27:1 - "Não presumas do dia de amanhã, porque não sabes o que produzirá o dia."
Se não achares perfeitamente claro, lê novamente até poderes compreender. Não abandones êste folheto, até que possas entendê-lo totalmente. Tua alma tem mais valor do que tudo no mundo.
Marcos 8:36, 37 - "Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Ou que daria o homem pelo resgate da sua alma?"
Assegura a tua salvaç&o. Coloca a tua salvação acima de todas as coisas. Se perderes a tua alma, não entrarás no céu e perderás tudo. Deus te ajudará afim de que sejas salvo hoje.
Deus te salvará e, também, TE GUARDARÁ.
1 Corintios 10: 13 - "Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar."
Não contia nos teus sentimentos. Estes mudam. Firma-te nas promessas de Deus. Estas nunca mudam.
DEPOIS DE SALVO, há três coisas que deves realizar, para o teu crescimento espiritual:
ORA - e falarás com Deus. LÊ A BíBLIA - e Deus falará contigo. TESTIFICA - e falarás por Deus. Em seguida deves ser batizado e afiliado a uma igreja que creia verdadeiramente na Bíblia.
Mateus 10:32 - "Portanto qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus."