UM DESEJO ARDENTE

UM DESEJO ARDENTE

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

QUEM SÃO OS ESPÍRITOS DO ESPIRITÍSMO?

NA VERDADE, MUITO JÁ SE TEM ESCRITO SOBRE O ASSUNTO, que parece não ser muito, fonte inesgotável de tanta especulação, essa pergunta requer ser refeita... então qunatas vezes será necessária a pergunta para uma respota sensata?  Não sei.  mas vamos tentar mais uma vez...Quem são os Espíritos do Espiritismo?

O Espiritismo moderno nasceu em 1848, nos Estados Unidos, onde John D. Fox e sua família presenciaram barulhos sobrenaturais em sua casa, em Hydesville, Nova Iorque.

O movimento tomou rapidamente uma grande extensão, passou á Europa, e encontrou na França um zeloso defensor na pessoa de Hippolyte Rivail, nome de Allan Kardec.

Em resumo, o Espiritismo é uma crença que admite a existência de espíritos desencarnados (os mortos) e a possibilidade de comunicação com eles. Nasce assim, um conceito particular do ser humano. Com efeito, os espíritas acreditam que o homem compõe-se de três elementos: o corpo material, a alma espiritual que, por natureza, não pode perecer e, entre estes dois elementos, uma terceira realidade chamada corpo astral.

Na realidade o espiritismo não é senão uma hábil adaptação de doutrinas e práticas muito antigas (Gênesis 3:1-5) ás exigências da vida e pensamentos modernos.

Ainda que seja difícil estabelecer uma classificação dos fenômenos pelos quais se manifestam os chamados “espíritos desencarnados”, distingue-se um conjunto de:
Fenômenos Físicos (mesas rodantes, levitação, rapsodomancia[1], movimentos á distância, fenômenos luminosos, magnéticos e elétricos, barulhos, gritos, vozes, etc.).
Fenômenos Fisiológicos (sono magnético, isensibilidade, materializações e desmaterializações, etc.).
Fenômenos Psicológicos ou Fisiológico-psicológicos (clarividência, lucidez, predições, tipologia, aparições, fantasmas, linguagem e escrita automáticas, etc.).

Quanto á proveniência desses fenômenos, deve-se distinguir aqueles que são fraudes (mais ou menos a metade), os que são de ordem natural e os que são verdadeiramente sobrenaturais.

O que Deus ensina em sua Palavra sobre a morte?

De acordo com a Bíblia, quando um a pessoa morre ela está em total inconsciência. Veja: “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem “coisa nenhuma”, nem tampouco terão eles recompensa, pois sua memória está entregue ao esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram: para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.” (Eclesiastes 9:5,6- leia também Salmo 6:5;Salmo115:17;Salmo 146:3,4;Isaías 38: 18,19)

A Bíblia diz que Jesus Cristo criou todas as coisas com Deus o Pai, e que Ele existe desde a eternidade. “Ele é a imagem do Deus invisível o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio Dele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste .(todos vivem por meio Dele, pois é Jesus quem dá vida e respiração a todas as criaturas do universo- Colossenses 1:15-17) (Leia Miquéias 5:2; João 1:1-3-conf. Apocalipse 19:13; João 17:5; Romanos 9:5; Filipenses 2:5-11; Colossenses 2:8-10; Tito 2:13; Hebreus 1:6-12; I João 5:20, etc.)

Pelo fato de Jesus ter ajudado a Deus, o Pai, e também o Espírito Santo, a criar todas as coisa, é muito óbvio que Ele saiba melhor que qualquer um como é a morte. Vejamos o que Jesus diz sobre a morte:

“Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Jesus, porém, falara com respeito á morte de Lázaro; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono. Então, Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu...” (João 11:11-14- grifo nosso)

Depois de ficar doente, Lázaro morreu. E o que Jesus disse a respeito da morte de Lázaro? Disse que ele estava dormindo! Não devemos duvidar do Senhor. Ele sabe melhor que nós qual é o estado do homem na morte. A Bíblia compara a morte a um sono em aproximadamente 53 lugares diferentes.

Deus, que não pode mentir (Tito 1:2;Números 23:19) nos promete que um dia irá ressuscitar todos os seus filhos. Esta é a solução de Deus para a morte. “Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como orvalho de vida, e a terra dará á luz os seus mortos” (Isaías 26:19).

Em I Coríntios 15:51,52 e 54, o Espírito Santo continua: “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos. Num momento, numa abrir e fechar d’olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós sermos transformados... e quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória...”

A ressurreição ocorrerá no último dia (João 6:40), quando Jesus voltar (l Tessalonicenses 4:13-18).

Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras. (1 Tessa 4:13-18 RA)

O senhor Jesus diz : “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25). Portanto, o único meio, de acordo com o que Deus ensina, de termos vida “após a morte” é sermos ressuscitados. Se a pessoa ao morrer fosse para o céu ou para qualquer outro plano astral, que necessidade haveria de Jesus voltar e nos ressuscitar, se já estivéssemos no céu?

Quem são os Espíritos do Espiritismo?

Neste momento surge a pergunta: “Se os mortos estão inconscientes e não podem comunicar-se conosco, quem são os espíritos do espiritismo?” A resposta pode ser dura, mas como servo de Deus, e alguém que se preocupa com seu bem-estar e felicidade eterna, tenho de lhe informar.

De acordo com a Bíblia, os espíritos que se comunicam com as pessoas nas sessões espíritas, não são de pessoas mortas, mas sim de demônios. “Porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo- Poderoso” (Apocalipse 16:14) Estes seres são anjos caídos que acompanharam lúcifer (satanás ou diabo) na rebelião contra Deus.

Deus nos adverte: “Não vos voltareis para os necromantes (quem consulta os “mortos”), nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Levítico 19:31)

E continua: “Quando alguém se virar para os necromantes e feiticeiros, para se prostituir com eles, eu (o próprio Deus é quem está dizendo isto!) me voltarei contra ele e o eliminarei do meio do seu povo...” (Levítico 20:6)

O objetivo de satanás, através do espiritismo, é enganar as pessoas. Ele sabe que, se conseguir fazer com que uma pessoa acredite que está conversando com um ente que faleceu, facilmente introduzirá na pessoa a falsa crença de que podemos consultar mortos, fazendo assim que o praticante aceite as falsas doutrinas por ele ensinadas e se afaste de Deus. (a pessoa que consulta espíritos normalmente não tem tempo para Deus. Leia Isaías 8:19,20)

Como Deus considera a prática de consultar “mortos”?

Leia com atenção o verso abaixo:

“Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador , nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor... (Deuteronômio 18:10-14)

Podemos ver, com esta declaração do criador, que Ele abomina (repugna, detesta) o consultar aos mortos, pois quem está falando nos centros espíritas não são espíritos de pessoas, mas sim anjos maus.

Se o espiritismo fosse algo bom, será que Deus iria proibir? Claro que não, pois o Senhor “nenhum bem sonega aos que andam retamente” (Salmo 84:11)

Deus odeia o espiritismo, mas ama muito os espíritas. Ele está disposto a ajudar-lhes a se libertarem do inimigo. É só pedir, e ele dará o socorro.

Se estas vozes não são das pessoas que morreram, como é que ouço exatamente a voz de meu parente ou amigo que morreu quando estou numa sessão espírita ?

Os anjos são uma ordem de seres sobre-humanos que têm o poder da “personificação”, isto é, conseguem assumir a forma e a aparência de seres humanos, e podem usar homens como médiuns, por meio dos quais falam (leia Gênesis 18:1-35; Juízes 6:22; 13:21; Hebreus 13:2). O anjo de Deus que obstruiu a passagem de Balaão lhe falou por intermédio de uma jumenta (Números 22:21-25) e satanás falou a Eva por intermédio de uma serpente (Gênesis 3:1-4). Podemos ver que, além de imitar a forma humana, os anjos podem falar através de outras criaturas, inclusive por meio de seres humanos.

Como os demônios estão sempre acompanhando a vida das pessoas para as destruir (não o fazem porque Deus não deixa), eles facilmente aprendem o tom de voz das pessoas e inclusive sabem até onde elas guardam objetos de uso pessoais. É por isso que, ao conversar com um a pessoa em uma sessão, eles sabem até o local onde o falecido guardou algum pertence ou coisa parecida. Esses anjos maus têm o poder até de imitar o “cheiro do perfume” usado pelo morto enquanto estava vivo, e muitas coisas mais.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o esposo de uma senhora escocesa foi considerado como “desaparecido” durante um ação militar. A esposa esperou e orou pelo regresso do marido, mas parecia certo que ele havia morrido. Amigos bem intencionados convidaram-na a assistir uma sessão espírita, na qual ela procuraria estabelecer contato com “ele”.

Ela foi e ficou assombrada ao ver um aparição que muito se assemelhava ao marido. Conversaram, e “sua” voz revelava o mesmo timbre familiar. Ela emocionou-se enquanto “ele” trouxe à tona na conversa muitos assuntos íntimos. Qual não foi, entretanto, a surpresa e a confusão desta senhora quando, após alguns meses, o marido apareceu repentinamente em casa, gozando de perfeita saúde. Nem mesmo havia sido ferido em batalha !!!

Muito em breve, não apenas umas poucas pessoas, como esta mulher, mas o mundo inteiro – todos os que confiaram na falsidade – dar-se-ão conta de que foram enganados pelo príncipe do mal. Será, então, demasiado tarde para aceitar a graça de Deus.

Se você ainda não se encontra ao lado de Deus, receba sua Graça AGORA. “eis agora o dia da salvação” (II Coríntios 6:20). Tudo o que você necessita, é dizer: “Senhor, aceito a Jesus Cristo como meu Salvador pessoal. Concede-me força para crer em sua Palavra e para andar corretamente no caminho”. Você não pode comprar a salvação, mas pode recebe-la como um Dom gratuito de Deus. A partir daí, não importa o que lhe reserve o futuro, você será sempre um filho ou filha de Deus.

Como explicar as “experiências pós-morte”, que já aconteceram com milhões de pessoas ?
http://www.advir.com.br/sermoes/sermao_c_espiritismo_vp.htm

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O MAL DA CIENCIA E DA RELIGIÃO SÃO PESSOAS MAL INFORMADAS E MAL INTENCIONADAS


  Existem dois tipos de pessoas que causam danos tanto a ciencia e quanto a Bíblia, o que conhece parte de alguma Bíblia e pouco da ciencia e o que conhece parte da ciencia e pouco de qualquer Bíblia.
  Não se pode despresar o fato da ciencia, mas as observações e conclusões em deprezo de outros é com certeza, apenas opnião tendenciosa de quem a quer como verdade...
  E não se pode desprezar a religião, aqui precisa-se ainda de mais conhecimento, para não generalizar e concluir que todas são iguais , quando não se conhece nenhuma..assim como as verdades bíblicas...

Dois tipos de indivíduos têm forjado grande dano, contudo, nenhum desses deve ser considerado como juiz no assunto: ambos são desqualificados. É essencial que um juiz conheça os dois lados da questão, e nenhum destes tem esse conhecimento.


O primeiro é o cientista sem religião. O que ele sabe sobre religião? O que pode saber? Ele está fora de lugar quando a pergunta é: a ciência concorda com a religião? Obviamente, aquele que pode responder essa pergunta precisa conhecer os dois lados da questão.


O segundo é um homem melhor, mas capaz de causar mais dano ainda. Refiro-me ao cristão não-cientista que se preocupará em conciliar a Bíblia com a ciência. É melhor que ele deixe isso de lado e não comece seu conserto. O erro foi cometido por homens que ao tentar resolver uma dificuldade distorceram a Bíblia ou a ciência. Essa solução logo foi considerada errônea, e depois ouvimos os clamores de que a Escritura foi derrotada.

Certo jovem, ao expor uma maquete sobre o sistema solar, que ele havia feito com muito cuidado e maestria, ao chegar a escola, na feira de ciencias, deixou sua maquete en cima de uma mesa e saiu para conversar com os colegas da escola...quando chegou um jovem e ficou maravilhado com o trabalho do colega e com ariqueza de detalhes que o mesmo conseguiu expor, ao que o jovem conhecido pela seu ateismo, perguntou quem havia feito tal trabalho, quando o autor da obra , em tom de brincadeira respondeu, Ninguem a fez, ela surgiu ai por acaso...

- VIVA EM COMUNHÃO
“A abundância da vida cristã só pode ser experimentada por meio da mutualidade”

“As igrejas estão cheias de gente, mas vazias de relacionamentos. Parece um paradoxo, mas é exatamente assim a realidade de nossas igrejas hoje. Muitos crentes não vivenciam uma comunhão coletiva e não se empenham em construir relacionamentos. Vêem na igreja um lugar para manifestarem seus interesses pessoais, suas necessidades e conflitos. Os próprios líderes alimentam isso, quando pregam um evangelho solucionador de problemas sem, contudo, instruir seus seguidores acerca da vida abundante no corpo de Cristo. Essas pessoas gostam de cultos das multidões, mas vivem num individualismo religioso e frio, com graves conseqüências na falta de relacionamentos com Deus e com o próximo. E aí está o motivo do esfriamento na intimidade com Deus. A verdadeira fé é aquela que prioriza os relacionamentos. Quando há intimidade com o Senhor e compromisso com o Evangelho da justiça, aflora a mutualidade entre os membros do corpo de Cristo. A Igreja perdeu, de certa forma, o sentido do viver em novidade crescente de vida abundante. Essa abundância só pode ser experimentada em coletividade. O fervor individual não pode ser confundido com uma vida fora dessa coletividade, mas deve ser entendido como a relação íntima do indivíduo com seu próximo, dentro e fora dos portões da igreja.”
Battista Soarez é teólogo, educador e jornalista. Pastor batista, desenvolve diversos projetos sociais no Maranhão

Os crentes estão sendo ensinados a acomodar-se mais à vida terrena e à busca por valores materiais – assim, sua fé assemelha-se mais a uma filosofia de bem-estar emocional e o cristianismo passa a ser uma religião puramente humanística. Deus se torna assessório, nunca o essencial da vida; o absolutismo da sua Palavra perde força diante do relativismo da necessidade humana.”

domingo, 14 de outubro de 2012

ATEÍSMO É UM PROBLEMA MORAL


"Ateismo é um problema moral", afirma um dos maiores filósofos cristãos

O Ateísmo é uma fuga e uma insubordinação a moralidade...  e se o ATEU não tem certezas, como pode ser ateu? no máximo deveria ser agnóstico...

Um professor de filosofia e religião da Universidade de Taylor em Upland, Indiana, EUA, James Spiegel, escreveu um livro de 130 páginas.

The Making of an Atheist (O Making of de um Ateu) é uma resposta aos novos ateus. Mas ao contrário das inúmeras respostas que surgiram a partir de apologistas cristãos, o livro de Spiegel centra-se nas raízes psicológicas do ateísmo.

Enquanto os ateus insistem que a razão fundamental para rejeitar a Deus é o problema do mal ou a irrelevância científica do sobrenatural, o filósofo cristão diz que o argumento é "apenas um ardil" ou "uma cortina de fumaça conceitual para mascarar o verdadeiro problema – a rebelião pessoal".

Ele admite que poderia parecer inadequado ou ofensivo sugerir que a falta de fé em Deus é uma forma de rebelião. Mas ele disse em uma entrevista recente ao Evangelical Philosophical Society que era obrigado a escrever o livro porque está convencido de que "é uma clara verdade bíblica".

Seu objetivo ao escrever o livro não é nem para provocar as pessoas, nem mostrar que o teísmo é mais racional que o ateísmo. Ao contrário, seu objetivo é orientar as pessoas a "explicação real do ateísmo".

"A rejeição de Deus é uma questão de vontade, não do intelecto", afirma. "O ateísmo não é o resultado da avaliação objetiva da prova, mas de desobediência obstinada, mas isso não decorre da aplicação cuidadosa da razão, mas da rebelião intencional. Ateísmo é a supressão da verdade por maldade, a conseqüência cognitiva da imoralidade. Em suma, é o pecado que é a mãe da descrença".

Deus fez a sua simples existência, desde a criação – a partir da vastidão inimaginável do universo para o complexo universo das micro-células individuais, de acordo com Spiegel.

A consciência humana, as verdades morais, as ocorrências milagrosas e o cumprimento das profecias bíblicas são também evidências de que Deus é real.

Mas os ateus, que rejeitam, ou como Spiegel diz, "fazem perder a importância divina de qualquer um destes aspectos da criação de Deus" menosprezam a própria razão.

Na verdade o ateismo só acredita nas suas proprias crenças, ainda que ela sejam combatidas comprovadas insentadas e contraditórias..apenas baseada na profunda necessidade de negar...para viver a sua vida no pecado e no engano...mas chances eles tiveram...

Ora o ateísmo só propõe isso negação, não tem outra alternativa, é só negar e agredir religião e as pessoas...O ateu Richard Dawkins, disse que acreditava que viemos de seres alienígenas, mas não tenta explicar a origens desses mesmos seres alienígenas... não explica a origem do universo e nem mesmo de nada....passa a maior parte de seu livro atacando a religião e a bíblia... eles não deviam estar preocupado com sua descrença????

domingo, 23 de setembro de 2012

HÁ ERROS NA BÍBLIA? NÃO!



HÁ ERROS NA BÍBLIA? NÃO!
Os críticos afirmam que a Bíblia está cheia de erros. Alguns falam, até mesmo, em milhares de erros. A verdade é que não há nem mesmo um só erro no texto original da Bíblia que tenha sido demonstrado. Isso não quer dizer que não haja dificuldades em nossas Bíblias. Dificuldades há, e é delas que este livro vai tratar. Seu propósito é mostrar que não há realmente erros nas Escrituras. Por quê? Porque a Bíblia é a Palavra de Deus, e Deus não pode errar. Vamos raciocinar. Vamos tratar isto de uma forma lógica examinando as premissas:

Deus não pode errar.
A Bíblia é a Palavra de Deus.
Portanto, a Bíblia está isenta de erros.

Como qualquer estudante de lógica sabe, este é um silogismo (uma forma de raciocínio) válido. Assim, se as premissas são verdadeiras, as conclusões também são verdadeiras. Como vamos mostrar, a Bíblia declara sem rodeios ser a Palavra de Deus.  Ela nos informa também que Deus não pode errar. A conclusão, então, é inevitável: a Bíblia está isenta de erros. Se ela estivesse errada em qualquer coisa que afirma, então Deus teria cometido um erro. Mas Deus não pode cometer erros.

Deus não pode cometer erros
As Escrituras declaram enfaticamente que "é impossível que Deus minta" (Hb 6:18). Paulo fala do "Deus que não pode mentir" (Tt 1:2). Ele é um Deus que, mesmo que não sejamos fiéis, "permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo" (2 Tm 2:13). Deus é a verdade (Jo 14:6) e assim também é a Palavra dele. Jesus disse ao Pai: "a tua Palavra é a verdade" (Jo 17:17). O salmista exclamou: "As tuas palavras são em tudo verdade" (SI 119:160).

A Bíblia é a Palavra de Deus
Jesus referiu-se ao AT como sendo a "Palavra de Deus", que "não pode falhar" (Jo 10:35). Ele disse: "até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra" (Mt 5:18). Paulo acrescentou: "Toda a Escritura é inspirada por Deus" (2 Tm 3:16). Ela veio "da boca de Deus" (Mt 4:4). Embora tenham sido homens aqueles que escreveram as mensagens, "nunca, jamais, qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo" (2 Pe 1:21).
Jesus disse aos líderes religiosos de seus dias que eles vinham "invalidando a palavra de Deus" pela sua própria tradição (Mc 7:13). Jesus chamou-lhes a atenção para a Palavra de Deus escrita quando repetidamente afirmou: "Está escrito ... está escrito ... está escrito ..." (Mt 4:4, 7,10). Esta frase aparece mais de noventa vezes no NT. É uma forte indicação da autoridade divina da Palavra de Deus escrita.

Dando ênfase à natureza inerrante da verdade de Deus, o apóstolo Paulo referiu-se às Escrituras como "a palavra de Deus" (Rm 9:6). O autor de Hebreus declarou que "a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração" (Hb 4:12).

Conclusão lógica: A Bíblia é isenta de erros
Sim, Deus falou, e ele não titubeou. O Deus da verdade nos deu a Palavra da Verdade, e ela não contém inverdade alguma. A Bíblia é a inerrante Palavra de Deus.

Pode-se confiar na Bíblia em questões de Ciência e de História?
Alguns têm sugerido que as Escrituras sempre podem ser confiáveis em questões de ordem moral, mas que nem sempre são corretas em questões históricas. Eles confiam na Bíblia no campo espiritual, mas não na esfera da ciência. Se isso fosse verdade, entretanto, negaria a autoridade divina da Bíblia, já que o espiritual, o histórico e o científico então freqüentemente Interligados.
Um cuidadoso exame das Escrituras revela-nos que as verdades científicas (fatuais) e as espirituais são muitas vezes inseparáveis. Por exemplo, não se pode separar a verdade espiritual da ressurreição de Cristo do fato de que o seu corpo deixou para sempre vazio o seu túmulo e que depois ele apareceu fisicamente (Mt 28:6; 1 Co 15:13-19).
Da mesma forma, se Jesus não tivesse nascido de uma mulher biologicamente virgem, então ele não seria diferente do resto da humanidade, sobre quem recai o estigma do pecado de Adão (Rm 5:12). Também a morte de Cristo por nossos pecados não pode ser separada do fato de que ele derramou literalmente o seu sangue na cruz, pois "sem derramamento de sangue, não há remissão" (Hb 9:22).
A existência e a queda de Adão tampouco podem ser um mito. Se não tivesse havido literalmente um Adão, e se não tivesse havido de fato a queda, então o ensino espiritual quanto ao pecado herdado e quanto à morte física, dele decorrente, estaria errado (Rm 5:12). A realidade histórica e a doutrina teológica juntas permanecem ou juntas caem por terra.
Além disso, a doutrina da encarnação é inseparável da verdade histórica de Jesus de Nazaré (Jo 1:1,14). E ainda, o ensino de caráter moral de Jesus quanto ao casamento baseou-se no que ele ensinou quando disse que Deus juntou literalmente um Adão e uma Eva em matrimônio (Mt 19:4-5). Em cada um destes casos, o ensino moral e o teológico perdem totalmente o sentido se desconsiderado o evento histórico e fatual. Negando-se que aquele evento ocorreu literalmente no tempo e no espaço, fica-se então sem uma base para crer na doutrina bíblica construída sobre ele.
Com freqüência, Jesus comparou eventos do AT diretamente com importantes verdades espirituais. Por exemplo, ele relacionou sua morte e ressurreição com Jonas e o grande peixe (Mt 12:40). Da mesma forma, sua segunda vinda foi comparada com os dias de Noé (Mt 24:37-39). Tanto as circunstâncias como as características de tais comparações deixam claro que Jesus estava afirmando que aqueles eventos foram fatos históricos, que realmente aconteceram. De fato, Jesus afirmou a Nicodemos: "Se tratando de coisas terrenas não me credes, como crereis, se vos falar das celestiais?" (Jo 3:12). Em resumo, se a Bíblia não falasse com verdade a respeito do mundo físico, então ela não poderia ser digna de confiança ao referir-se ao mundo espiritual. Os dois mundos acham-se intimamente relacionados.
A inspiração inclui não apenas tudo o que a Bíblia explicitamente ensina, mas inclui também tudo a que ela se refere. Isso é verdade quando a Bíblia se reporta à história, à ciência ou à matemática. Tudo o que a Bíblia declara é verdadeiro - podendo der tanto um ponto de maior como também de menor importância. A Bíblia é a Palavra de Deus, e Ele não se desvia da verdade em nenhum momento. Todas as partes das Escrituras são verdadeiras, assim como o todo que elas formam.

Se é inspirada, é inerrante
A inerrância é uma decorrência lógica da inspiração. Porque inerrância significa verdade total, sem erros. E o que Deus profere (inspira) tem de ser completamente verdadeiro e sem erros (inerrante). Contudo, convém especificar com maior clareza o que significa "verdade" e o que constitui um "erro".
Verdade significa aquilo que corresponde à realidade. Um erro, então, é o que não corresponde à realidade. A verdade é dizer o que de fato é. Um erro é não dizer o que é. Conseqüentemente, nenhuma coisa errada pode ser verdadeira, mesmo que o autor pretendesse que o seu erro fosse algo verdadeiro. Um erro é um erro, não simplesmente alguma coisa que nos faça errar. De outro modo, toda expressão sincera poderia ser considerada verdadeira ainda que se tratasse de um erro grosseiro. Da mesma forma, algo não é verdadeiro simplesmente porque realiza o propósito que havia sido estabelecido, já que muitas mentiras são bem-sucedidas.
A Bíblia vê claramente a verdade como aquilo que corresponde à realidade. O erro é entendido como sendo uma falta de correspondência à realidade, não como algo causado intencionalmente. Isso é evidente pelo fato de que a palavra "erro" é usada no caso de erros não-Intencionais (Lv 4:2). Na Bíblia inteira está implícita a visão de que a verdade baseia-se numa correspondência entre duas coisas. Por exemplo, quando os Dez Mandamentos declaram: "Não dirás falso testemunho" (Êx 20:16) significa que deturpar fatos está errado. Este mesmo conceito de verdade foi usado quando os judeus foram ao governador para falar a respeito de Paulo: "Tu mesmo, examinando-o, poderás tomar conhecimento de todas as coisas de que nós o acusamos". E, ao fazer isso, é como se eles estivessem dizendo: "É verdade, tu podes facilmente verificar os fatos" (cf. At 24:8).

SUPOSTAS CONTRADIÇÕES BÍBLICAS OU DIFICULDADES DE INTERPRETAÇÕES


Quando os críticos da Bíblia perguntam: "Como você pode crer na Bíblia, estando ela crivada de erros?", o que você responde? Muitos cristãos arremessam isso direto para a fé; apegam-se tenazmente à sua crença, não importando quanto possa haver de evidência em contrário. Entretanto, isso não só contraria as Escrituras como também é uma insensatez.
A Bíblia declara: "Portai-vos com sabedoria... para saberdes como deveis responder a cada um" (Cl 4:5-6). Pedro instou aos crentes: "Santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor" (1 Pe 3:15-16).
De fato, Jesus nos ordenou: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento" (Mt 22:37). Uma parte deste amor que devemos a Cristo é encontrar respostas para aqueles que questionam a Palavra de Deus. Pois, como disse Salomão: "Ao insensato responde segundo a sua estultícia, para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos" (Pv 26:5).
A verdade é capaz de se manter sobre os seus dois pés. Jesus disse: "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8:32). Nada temos a temer quanto à verdade. Jesus disse ao Pai: "A tua palavra é a verdade" (Jo 17:17). A Bíblia resistiu à crítica dos maiores céticos, agnósticos e ateístas por todos esses séculos, e ela pode resistir aos fracos esforços nesse sentido feitos pelos críticos incrédulos de hoje. Contrariamente a muitas outras religiões atuais que apelam a sentimentos místicos ou a uma fé cega, o Cristianismo diz: "antes que cases, vê o que fazes".
Este é um livro para aqueles que acreditam que devemos pensar acerca do que cremos. Deus não premia a ignorância e nem mesmo recompensa aqueles que se recusam a olhar para a evidência. Pelo contrário, ele condenará aqueles que rejeitam a clara evidência que ele revelou (Rm 1:18-20).
Este livro é fruto de mais de quarenta anos de esforços no sentido de compreender a Bíblia e de responder àqueles que poderiam debilitar a fé na eterna Palavra de Deus. Ele foi escrito para estar junto da Bíblia, de forma que se possa encontrar a resposta a uma dificuldade surgida num texto no local exato em que ocorre o problema. Por exemplo, para a velha questão: "Como é que Caim conseguiu uma esposa?", a resposta será encontrada bem no texto que diz: "E coabitou Caim com sua mulher; ela concebeu e deu à luz a Enoque..." (Gn 4:17).
Quando você estiver lendo a Bíblia e encontrar uma dificuldade, procure o versículo e observe o comentário feito a respeito dele neste livro. Para aqueles que tenham dificuldade em localizar um determinado versículo que tenha gerado uma dúvida, consulte o índice de tópicos e nomes nas páginas finais.
Esta obra pode ser considerada, sob vários aspectos, como "cinco livros em um". Primeiro, é um livro sobre dificuldades bíblicas, que responde à maioria das questões mais importantes levantadas até hoje com respeito à Bíblia - mais de 800 ao todo. Segundo, esta é uma obra apologética, já que ela nos ajuda a defender a fé que uma vez foi dada aos santos. Terceiro, este livro funciona como um escrupuloso comentário, por tratar da maioria das passagens difíceis da Bíblia. Quarto, é um livro que contribuirá para fortalecer a sua vida espiritual à medida que você for recebendo respostas a essas questões e aumentando a sua fé na Palavra de Deus. Finalmente, este é um livro de evangelismo pois, quando você testemunhar de Cristo, as pessoas lhe farão algumas perguntas para as quais talvez você não tenha a resposta.
Em vez de não mais compartilhar a sua fé em Cristo, por receio de enfrentar questões cujas respostas desconheça, você poderá persistir na evangelização com confiança, tendo um guia à sua disposição, para ajudá-lo a responder a toda questão levantada por aqueles que sinceramente estão em busca da verdade.
A nossa oração é para que Deus faça uso deste livro para reforçar-lhe a fé e para ajudá-lo a trazer muitas outras pessoas a Cristo. A nossa própria confiança nas Sagradas Escrituras aumentou nesses últimos anos, enquanto examinávamos com maior profundidade as maravilhas da verdade divina. E temos certeza de que a sua confiança também aumentará.


MANUAL
POPULAR
de Dúvidas,
Enigmas e
"Contradições"
da Bíblia


Norman Geisler - Thomas Howe




segunda-feira, 27 de agosto de 2012

ANJOS


Desde os antigos egípcios aos atuais cientistas que concedem crédito á probabilidade cientifica dos anjos, ao admitirem a possibilidade de inteligências ocultas e invisíveis. Todavia, pela revelação contida na Bíblia, Deus nos transmitiu muitas informações. Por isso, através dos séculos, os teólogos reconhecem a importância da “Angelologia”, que consiste na exposição ordenada da verdade bíblica a respeito dos anjos.

Os anjos pertencem a uma dimensão extraordinariamente diversa da criação de nós humanos, limitados á ordem natural. Nesse domínio angélico, as limitações são diferentes das que Deus impôs á nossa ordem natural. Ele concedeu aos anjos mais sabedoria, mobilidade e poder que a nós seres humanos. Eles são mensageiros de Deus, cuja tarefa principal consiste em cumprir as suas ordens no mundo. Ele deu-lhes encargos de embaixadores. Designou-os e concedeu-lhes poderes de santos representantes para o desempenho de missões de justiça. Desta forma eles O assistem com seu criador, enquanto Deus soberanamente controla o universo.

A Bíblia afirma que os anjos, como os homens, foram criados por Deus. Houve um tempo em que não existiam anjos; na verdade, havia unicamente o Deus Trino e Uno. Os anjos estão, de fato, entre as coisas invisíveis feitas por Deus, conforme nos diz o Apóstolo Paulo em Colossenses 1:16 “Pois por Ele foram todas as coisas criadas, as que estão no céu e as que estão na terra, as visíveis e as invisíveis”. Em Hebreus 1:14 o escritor lhes chamam de “espíritos auxiliadores”, eles não possuem corpos físicos, conquanto possam assumir formas físicas, quando Deus lhes prescreve missões especiais.E em Marcos 12:25 o próprio Jesus informa que aos anjos não se concedeu a capacidade de se reproduzirem, pois nem se casam e nem são dados em casamento.

Se o leitor acredita na Bíblia, acreditará na intervenção deles, pois está registrado cerca de trezentas aparições deles, direta ou indiretamente. Alguns estudiosos da Bíblia acreditam que os anjos podem ser contados potencialmente em milhões, já que em Hebreus 12:22 fala de “num congresso de muitos milhares ( miríades – um grande número, mas não definido) de anjos”. Também quanto ao seu número o Rei Davi assinalou que vinte mil percorriam os caminhos estelares. Mesmo com a sua visão limitada, ele observa de modo expressivo “Os carros de Deus são vinte mil, são milhares e milhares de anjos” Salmos 68:17. Dez mil anjos desceram sobre o Monte Sinai a fim de confirmar a presença sagrada de Deus, quando Ele deu a Lei a Moisés (Deuteronômio 33:2). No Novo Testamento, João nos conta ter visto dez mil vezes dez mil anjos ao redor do trono do Cordeiro de Deus (Apocalipse 5:11).



A mais importante característica dos anjos não reside em que tenham poder para exercer controle sobre nossas vidas, ou que sejam belos, mas no fato de trabalharem em nosso beneficio. São motivados por indescritível amor a Deus e extremamente conscientes de que a vontade de Deus em Jesus Cristo seja cumprida em nós. Os anjos constantemente nos protegem de nossos inimigos potenciais, e nos auxiliam em épocas de sofrimento e perigo. Alguns acreditam vivamente que cada cristão deve ter seu anjo da guarda, destacado para velar por nós. E essa proteção começa provavelmente na infância, pois Jesus disse: “Cuidai de não desprezar um único destes pequeninos, pois vos digo que seus anjos no céu contemplam incessantemente a face de meu Pai celeste” (Mateus 18:10)

Mas também a Bíblia nos diz que através da história os anjos trabalharam a fim de executar os julgamentos de Deus, conduzindo os destinos das nações desobedientes a Deus. Por exemplo, Deus utilizou os anjos ao dispersar o povo de Israel por causa de seus pecados. Ele também utilizou os anjos ao trazer o castigo divino sobre Sodoma e Gomorra, e finalmente sobre Babilônia e Nínive. Já “no final dos tempos” os anjos executarão o castigo divino sobre aqueles que rejeitaram o amor de Deus. Os anjos administram julgamentos de acordo com os princípios da justiça divina.

Os anjos têm um importante papel nos acontecimentos da história da humanidade. Desde o Jardim do Éden, onde Deus plantou um jardim e fez o homem para que este com Ele vivessem em eterna comunhão, os anjos estavam lá. Eles nunca deixaram de acompanhar a cena humana. E eles continuarão em cena através dos séculos até que o tempo alcance a eternidade. Assim como milhões de anjos participaram do espetáculo deslumbrante em que as estrelas matutinas cantaram juntas na criação, do mesmo modo as inumeráveis hostes celestiais hão de ajudar a passar as proféticas declarações de Deus através dos tempos até a eternidade.





Fonte: http://pt.shvoong.com/books/mythology-ancient-literature/2023810-anjos/#ixzz24koUourK

terça-feira, 19 de junho de 2012

EVIDENCIAS HISTÓRICA DE JESUS CRISTO (2ªParte)

Existem centenas de profecias interligadas com outras demonstrando que uma mão sobrenatural e invisível inspirou os autores da Bíblia, dando-lhes provas da divindade de Jesus Cristo, evidências históricas de Sua morte na cruz e Sua ressurreição. Na Bíblia existem cerca de trezentas referências proféticas sobre o Messias de Deus que se cumpriram em Jesus Cristo. A realidade e a história da ressurreição de Jesus Cristo são os pilares mais importantes da fé Cristã.                                                                                  Jesus disse, "Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai" (João 10:17-18).

Paulo argumenta, "E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos. Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens" (1 Coríntios 15:13-19). A realidade e historicidade da ressurreição são os pilares mais importantes do Cristianismo. Ao ressuscitar dos mortos Jesus provou ser o poderoso Filho de Deus, com a natureza santa do próprio Deus. (Romanos 1:4).

R.M’Cheyne Edgar, em sua obra, The Gospel of a Risen Saviour ( O Evangelho de um Salvador Ressuscitado), disse: "Eis aqui um mestre da religião que com toda a serenidade professa valer todos os seus direitos, e depois de ter vencido a morte se levantou da túmulo como disse que o faria. Devemos seguramente admitir que nunca houve, antes ou depois, uma proposta como esta. Falar que este teste extraordinário foi inventado por estudantes místicos de profecias, e inserido do jeito como se apresenta nas narrativas do evangelho, é colocar um fardo muito grande sobre nossa credulidade. Aquele que estava pronto para firmar tudo em Sua capacidade de voltar do túmulo, está diante de nós como o mais original de todos os mestres, alguém que resplandece pela evidência de Sua própria vida!"

Jesus anunciou Sua ressurreição e enfatizou que isso seria o "sinal" para autenticar Sua afirmação de ser o Messias. As passagens seguintes documentam as afirmações de Jesus sobre Sua ressurreição: Mateus 12:38-40; 16:21; 17:9; 17:22-23; 20:18-19; 26:32; 27:63. Marcos 8:31; 9:1; 9:10; 9:31; 10:32-34; 14:28, 58. Lucas 9:22. João 2:18-22; 12:32-34.

Apenas para citar umas dessas referências, João 2:18-22: "Responderam, pois, os judeus, e disseram-lhe: Que sinal nos mostras para fazeres isto? Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei. Disseram, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu o levantarás em três dias? Mas ele falava do templo do seu corpo. Quando, pois, ressuscitou dentre os mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isto; e creram na Escritura, e na palavra que Jesus tinha dito".

Utilizando a perspectiva histórica notamos que a ressurreição de Cristo é um evento que ocorreu em uma dimensão definida de tempo e espaço. Wilbur Smith, notável erudito e mestre, observa (Smith, Wilbur M. Therefore Stand: Christian Apologetics. Grand Rapids: Baker Book House, 1965):

"O significado da ressurreição é um assunto teológico, mas o fato da ressurreição é um assunto histórico; a natureza da ressurreição do corpo de Cristo pode ser um mistério, mas o fato de que o corpo desapareceu do túmulo é um assunto para ser decidido sobre uma evidência histórica. O lugar possui uma definição geográfica, o homem a quem pertencia o túmulo era um homem que vivia na primeira metade do século primeiro; o túmulo era feito de pedra e ficava ao lado de uma colina próximo a Jerusalém. Não era nenhum invento diferente envolto numa atmosfera mitológica decorado com tecidos finos, mas era algo que tinha significância geográfica. Os guardas colocados diante do túmulo não eram seres fictícios do Monte Olimpo; o Sinédrio era um corpo de homens que se encontravam freqüentemente em Jerusalém. Como uma vasta literatura nos fala, esta pessoa, Jesus, era uma pessoa vivente, um homem entre outros homens, e os discípulos que saíram para pregar o Senhor ressuscitado eram homens entre homens, homens que se alimentaram, beberam, dormiram, sofreram, trabalharam e morreram. Que tem isto de doutrina? Este é um problema histórico" (página 386).

"Digamos que simplesmente sabemos muito mais sobre os detalhes das horas que antecederam a morte de Jesus Cristo, dentro e próximo a Jerusalém, do que sobre a morte de qualquer outro homem em todo o mundo antigo" (Página 360).

A ressurreição de Cristo possui uma rica abundância de evidências que incluem:

1. O testemunho da história:

Um historiador judeu de nome Josefo escreveu no final do primeiro século D.C., em sua obra Tempos Antigos Dos Judeus: "Havia, então, um homem nesse tempo chamado Jesus, um homem sábio, se é que é lícito chamá-Lo de um homem; pois ele fazia maravilhas, um mestre de homens que receberam a verdade com imenso prazer. Ele atraía para si muitos judeus e também muitos dos gregos. Tal homem era o Cristo e quando Pilatos o condenou à cruz, pela acusação dos homens principais entre nós, aqueles que o amaram desde o princípio não o abandonaram; ele lhes apareceu vivo no terceiro dia. Os santos profetas haviam falado estas coisas e milhares de outras maravilhas a respeito dele. E mesmo agora, a raça de Cristãos, os que tomaram seu nome, não desvaneceram."

Josefo era um judeu tentando agradar aos romanos e certamente ele não teria relatado esta história se não fosse verdade, já que não era agradável aos romanos retratar Pilatos como aquele que havia condenado o "Cristo".

2. O testemunho dos apóstolos:

Simon Greenleaf, Professor de Direito na Universidade de Harvard, escreveu em An Examination of the Testimony of the Four Evangelists by the Rules of Evidence Administered in the Courts of Justice –(Um exame do Testemunho dos Quatro Evangelistas segundo as Regras de Evidências Aplicadas nas Cortes de Justiça): "As grandes verdades que os apóstolos declararam eram que Cristo tinha ressuscitado dos mortos, e que só através do arrependimento do pecado, e fé em Jesus, os homens poderiam obter a salvação. Esta é a doutrina que eles afirmavam com uma só voz, em todos os lugares, não apenas sob condições de desalento, mas ante os mais assustadores erros que se podem apresentar à mente do homem. O mestre desses homens acabava de morrer como um malfeitor, pela sentença de um tribunal público. Sua religião procurava derrotar as religiões do mundo inteiro. As leis de cada país estavam contra os ensinamentos de Seus discípulos. Os interesses e as paixões de todos os governantes e grandes homens no mundo estavam contra eles. O costume do mundo estava contra eles. Propagando esta nova fé, mesmo que da maneira mais inofensiva e pacífica, eles não podiam esperar coisa alguma a não ser desprezo, oposição, insultos, perseguições amargas, açoites, aprisionamentos, tormentas e mortes cruéis. Ainda assim, eles propagaram zelosamente a fé que tinham, suportaram firmes todas estas misérias e, não somente isto, eles o fizeram com júbilo. Foram expostos a mortes miseráveis um após o outro, contudo os sobreviventes prosseguiram a obra com maior vigor e determinação. Poucas vezes os anais de combates militares fornecem tal exemplo de persistência heróica, paciência e indescritível coragem. Eles tinham todas as razões possíveis para reverem cuidadosamente os fundamentos da fé que professavam e as evidências dos grandes fatos e verdades que afirmavam; e estas razões os oprimiam com tristeza e freqüência terrível. Por isso era impossível que eles persistissem em afirmar as verdades que narravam, se Jesus não tivesse realmente ressuscitado dos mortos. Sem sombra de dúvida eles sabiam o que tinha acontecido" (Greenleaf, Simon. Testimony of the Evangelists, Examined by the Rules of Evidence Administered in Courts of Justice. Grand Rapids: Baker Book House, 1965 (reprinted from 1847 edition).

Depois da crucificação os apóstolos se esconderam temerosos pela perseguição das autoridades (certamente eles não tinham a coragem de entrar no túmulo de Jesus e "roubar" Seu corpo como os chefes religiosos queriam fazê-lo subornando os guardas). Ainda assim, dos doze apóstolos, onze morreram como mártires pregando que Jesus é o Filho de Deus que ressuscitou dos mortos. Pedro negou Jesus várias vezes depois que Jesus foi preso, mas pouco tempo depois de Sua crucificação e sepultamento, lá estava Pedro em Jerusalém pregando corajosamente sob ameaças de morte que Jesus era Filho de Deus e que havia ressuscitado. A fé de Pedro era tão fervorosa que na época de sua crucificação ele pediu para ser crucificado de cabeça para baixo porque não se considerava digno de morrer na mesma posição do Messias. Acredita-se que Tomé, que havia colocado seus dedos nas feridas de Jesus, também morreu como mártir atravessado por uma lança. Tiago, irmão de Jesus, que havia duvidado de Suas afirmações, morreu apedrejado depois que Jesus lhe apareceu (1 Coríntios 15:7).

É muito difícil morrer por uma mentira. Na história contemporânea, temos visto algumas pessoas morrerem pelas causas políticas nas quais elas acreditam, mas ninguém morre pelo que não acredita. Alguma coisa transformou estes apóstolos intimidados e humilhados em poderosos porta-vozes de sua fé. Jesus lhes havia aparecido. O livro de Atos narra que Jesus Se apresentou vivo aos apóstolos. "Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas relacionadas ao reino de Deus" (Atos 1:3).


3. Jesus, de fato, morreu na cruz:

Enquanto estava pendurado na cruz, “E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito”. Os judeus, pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação (pois era importante o dia de sábado), rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados. Foram, pois, os soldados, e, na verdade, quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro que como ele fora crucificado; Mas, vindo a Jesus, e vendo-o já morto, não lhe quebraram as pernas. Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. E aquele que o viu testificou, e o seu testemunho é verdadeiro; e sabe que é verdade o que diz, para que também vós o creiais" (João 19:30-35).

"E um deles correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a numa cana, deu-lho a beber, dizendo: Deixai, vejamos se virá Elias tirá-lo. E Jesus, dando um grande brado, expirou. E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo. E o centurião, que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus!" (Marcos 15:36-39).

"E, chegada a tarde, porquanto era o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado, chegou José de Arimatéia, senador honrado, que também esperava o reino de Deus, e ousadamente foi a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus. E Pilatos se maravilhou de que já estivesse morto. E, chamando o centurião, perguntou-lhe se já havia muito que tinha morrido. E, tendo-se certificado pelo centurião, deu o corpo a José"(Marcos 15:42-45). O centurião tinha conhecimento de que Jesus havia morrido. Se não fosse assim, ele não teria confirmado o fato para Pilatos, e Pilatos não teria concedido o corpo a José de Arimatéia para o sepultamento.

"O qual comprara um lençol fino, e, tirando-o da cruz, o envolveu nele, e o depositou num sepulcro lavrado numa rocha; e revolveu uma pedra para a porta do sepulcro. E Maria Madalena e Maria, mãe de José, observavam onde o punham" (Marcos 15:46-47).

4. A Pedra:

Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e Salomé compraram aromas para irem ungi-Lo. As mulheres estavam preocupadas e discutiam sobre como fariam para tirar a pedra da entrada do túmulo a fim de que pudessem ungir o corpo do Messias. Quando chegaram ao túmulo, a pedra "já estava removida, pois era muito grande" (Marcos 16:1,3,4). Mateus também descreve a pedra como "uma pedra grande" (Mateus 27:60). Acredita-se que a pedra pesava cerca de duas toneladas.

5. O Selo:

Mais importante do que o tamanho da pedra, salvo o fato de que uma grande pedra teria dissuadido ladrões em potencial, foi o selo que foi colocado sobre a pedra. Os fariseus foram até Pilatos e informaram-no de que Jesus havia dito que se levantaria em três dias. Eles pediram a Pilatos que desse ordens para que o sepulcro ficasse em segurança até o terceiro dia, "Manda, pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até ao terceiro dia, não se dê o caso que os seus discípulos vão de noite, e o furtem, e digam ao povo: Ressuscitou dentre os mortos; e assim o último erro será pior do que o primeiro. E disse-lhes Pilatos: Tendes a guarda; ide, guardai-o como entenderdes. E, indo eles, seguraram o sepulcro com a guarda, selando a pedra" (Mateus 27:64-66).

A.T. Robertson em sua obra Word Pictures in the New Testament – Ilustrações da Palavra no Novo Testamento (New York: R.R. Smith, Inc., 1931) descreveu o provável método usado para selar a pedra "...provavelmente através de uma corda esticada ao redor da pedra e selada em sua extremidade tal como em Daniel 6:17(‘E foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; e o rei a selou com o seu anel e com o anel dos seus senhores, para que não se mudasse a sentença acerca de Daniel’). O ato de selar a pedra foi feito na presença dos guardas romanos que ficaram incumbidos de proteger o selo da autoridade e poder de Roma. Eles fizeram o melhor que puderam para impedir o roubo e a ressurreição (Bruce), mas acabaram se superando quando forneceram testemunho para o fato do túmulo vazio e a ressurreição de Jesus (Plummer)".

6. Os Trajes do Túmulo:

Quando Simão Pedro entrou no sepulcro de Jesus ele viu os lençóis de linho e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte (João 20:3-9). John R.W. Stott comenta, "Não é difícil imaginar o vislumbre apresentado aos olhos dos apóstolos quando eles chegaram ao túmulo: a placa de pedra, os lençóis de um lado, o lenço noutra parte. Não é de se estranhar que ‘viram e acreditaram.’ Uma olhadela nestas vestimentas provavam a realidade e indicavam a natureza da ressurreição. Elas não haviam sido tocadas, nem dobradas e tampouco manuseadas por qualquer ser humano. Elas estavam como um casulo do qual uma borboleta havia saído" (Stott, John R.W. Basic Christianity. Downers Grove: Inter-Varsity Press, 1971 – Cristianismo Básico).

7. O Engano:

A resposta de Pilatos aos fariseus foi "Vocês têm uma guarda", o que pode ser interpretado a partir dessa frase é: eles tinham uma guarda do exército romano ou já tinham a sua própria guarda como a polícia do templo. As autoridades predominantes concluem que uma guarda romana fora colocada lá. De outra forma, por que os fariseus iriam pedir a Pilatos que mantivesse o sepulcro em segurança? Eles não precisariam de sua autorização para colocar uma guarda que estava sob suas ordens. Quando Jesus ressuscitou, os guardas, temerosos da ira de Pilatos, foram até os sacerdotes e contaram o que havia acontecido (Mateus 28:11). Os sacerdotes deram aos guardas uma alta quantia em dinheiro para que escondessem o ocorrido: "Dizei: Vieram de noite os seus discípulos e, dormindo nós, o furtaram. E, se isto chegar a ser ouvido pelo presidente, nós o persuadiremos, e vos poremos em segurança. E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado este dito entre os judeus, até ao dia de hoje" (Mateus 28:13-15).

Por causa da rígida disciplina no exército, um guarda romano teria razões suficientes para temer as conseqüências de falta de cumprimento do dever. Certamente as punições viriam de um Pilatos furioso que os acusaria de dormirem durante o trabalho enquanto o corpo era roubado, isto representava a pena capital (a morte). Evidentemente os sacerdotes tinham influência sobre Pilatos e prometeram aos guardas que lhes protegeriam se eles mentissem. Suas promessas foram endossadas por uma grande quantia em dinheiro. Os sacerdotes não teriam tido que subornar uma guarda do templo que estava sob seu controle direto. O recurso utilizado, o suborno dos guardas, prova que o corpo de Jesus estava faltando e não havia sido, de fato, roubado.

O Professor Albert Roper (Roper, Albert. Did Jesus Rise from the Dead? - Jesus Ressuscitou dos Mortos - Grand Rapids: Zondervan Publishing House, copyright 1965) calcula o número dos guardas romanos entre dez e trinta e considera o selo no túmulo como o Selo Imperial de Roma (cuja violação teria acarretado na completa destruição do Império Romano). O Professor William Smith (Smith, William (ed.). Dictionary of Greek and Roman Antiquities. – Dicionário de Grego e Antiguidades Romanas -Rev.ed. London: James Walton and John Murray, 1870) nos informa que o número regular de guardas romanos era quatro. Destes, um sempre atuava como sentinela, enquanto os outros "desfrutavam de um certo descanso, prontos, é claro, para agirem ao primeiro alarme".

Mateus descreve o que aconteceu naquela noite enquanto o guarda estava em seu posto: "E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela. E o seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como neve. E os guardas, com medo dele, ficaram muito assombrados, e como mortos" (Mateus 28:2-4).

8. O Sofrimento de Jesus:

Alguns dizem que Jesus não morreu numa cruz, mas simplesmente desmaiou. Depois que foi colocado no túmulo, ele recobrou os sentidos, levantou-se e saiu.

O que este argumento negligencia são os sofrimentos físicos pelos quais Jesus passou, antes e durante da crucificação, que os levaram à morte. Antes de ser levado como prisioneiro Jesus viajou a pé por toda a Palestina e é razoável admitir que Ele estava em boas condições físicas. Prevendo seu calvário, na noite de terça-feira no Getsêmani, Jesus sofreu grande angústia mental, e, como está descrito em Lucas, um médico, Ele suou sangue. Suar sangue é um fenômeno raro, mas pode ocorrer sob estados emocionais muito intensos e é o resultado de uma hemorragia no interior das glândulas sudoríparas. (William D. Edwards, MD; Wesley J. Gabel, MD; Floyd E. Hosmer, MS., AMI, "On the Physical Death of Jesus Cristo,"- Sobre a Morte física de Jesus Cristo, JAMA, March 21, 1986 - Vol 255, No. 11, p. 1455).

Depois de ser preso no Getsêmani pelos chefes dos sacerdotes, os oficiais do templo e os anciãos, seus algozes zombaram dele, vendaram Seus olhos e Lhe bateram. Eles Lhe perguntaram, "‘Logo, tu és o Filho de Deus?’ E ele lhes respondeu, ‘Vós dizeis que eu sou,’" (Lucas 22:70) e levantando toda a assembléia, levaram Jesus a Pilatos. E ali passaram a acusá-Lo, dizendo que Ele havia sido encontrado pervertendo a nação, vedando pagar tributo a César e afirmando ser Ele o Cristo, o Rei. Pilatos não viu culpa em Jesus e ao saber que ele era Galileu enviou-Lhe a Herodes. Herodes sentiu-se feliz ao ver Jesus, pois ele desejava ver algum sinal feito por aquele homem. Herodes interrogou Jesus por um longo tempo, mas Jesus nada respondeu. Jesus sofreu zombarias, puseram-lhe um manto luxuoso e Ele foi devolvido a Pilatos. Pilatos informou aos principais sacerdotes, às autoridades e ao povo que ele não havia encontrado culpa em Jesus. Por isso ele o puniria e o libertaria em seguida, mas eles gritavam que soltasse Barrabás e a crucificasse Jesus. Pilatos resolveu, então, atender o pedido da multidão.


O açoite legalmente precedia a toda execução romana. Eles usaram um chicote curto com muitas tiras trançadas ou simples tiras de couro. Estas tiras possuíam pequenas bolas de ferro ou pedaços afiados de ossos de ovelhas que dilaceravam a carne. As costas, as nádegas e as pernas foram açoitadas. O mecanismo de açoite objetivava enfraquecer a vítima até um estado de colapso ou morte. O sangramento resultava num estado de choque circulatório e determinava por quanto tempo a vítima sobreviveria na cruz.

Os soldados romanos cuspiram em Jesus e Lhe bateram na cabeça, colocando em Sua cabeça uma coroa de espinhos. Jesus estava tão fraco que os soldados tiveram que obrigar Simão, um cireneu, a carregar a cruz. Já que a cruz provavelmente pesava acima de 163 quilos, apenas a barra horizontal, pesando cerca de 40 a 68 quilos, foi carregada. Colocava-se sobre a nuca, no pescoço da vítima, e era equilibrada nos ombros.

Os romanos preferiam cravar as mãos da vítima na barra horizontal. Vestígios encontrados de uma vítima crucificada em um ossário próximo a Jerusalém datando do tempo de Cristo revelam que foram usados cravos de ferro de aproximadamente 12,5 a 17,5 centímetros de comprimento e 3/8 polegadas de grossura. Estes cravos atravessaram os pulsos e não as mãos. Os romanos também preferiam cravar os pés de suas vítimas.

O peso do corpo dependurado na cruz deixava os músculos intercostais em estado de inalação e gravemente impunha a exalação. Deste modo, a respiração se tornava bastante superficial, "Para uma respiração adequada a vítima teria que levantar o corpo sustentando-se sobre os pés, flexionar os cotovelos e aduzir os ombros. Entretanto, esta manobra colocaria todo o peso do corpo nos tarsos e produziria uma dor cauterizante. Além disso, a flexão dos cotovelos acarretaria na rotação dos pulsos sobre os cravos de ferro e resultaria em uma dor espantosa ao longo dos nervos intermediários já danificados. Levantar o corpo também rasparia dolorosamente as costas feridas pelo açoite contra as ásperas estacas de madeira. Acrescido ao sofrimento e desconforto ainda haviam as cãibras musculares e a paralisia dos braços estendidos e levantados. Como resultado, cada esforço para respirar tornava-se algo agonizante e de extrema fadiga, levando a vítima finalmente à asfixia." (JAMA, Março 21, 1986 - Vol 255, No.11, p.1461).

Dependendo da crueldade do flagelo a vítima sobrevivia na cruz por três a quatro horas ou até por três a quatro dias. Quando o flagelo era relativamente suave, os soldados romanos agilizavam a morte quebrando as pernas abaixo dos joelhos o que levava ao sufocamento da pessoa. Por costume, um dos guardas romanos também atravessaria o corpo da vítima pelo coração com uma lança ou espada.

O evangelho de João nos informa que, "E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito" (João 19:30). Para que os corpos não permanecessem na cruz no sábado, pediram a Pilatos que ordenasse que as pernas daqueles que não haviam morrido fossem quebradas. "Foram, pois, os soldados, e, na verdade, quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro que como ele fora crucificado; Mas, vindo a Jesus, e vendo-o já morto, não lhe quebraram as pernas. Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água" (João 19:32-34).

Alegar que Jesus "desmaiou" em vez de morrer na cruz e mais tarde recobrou os sentidos no sepulcro, recuperando suas forças depois do extenuante trauma físico pelo qual tinha passado (incluindo ser trespassado por uma lança). Que foi capaz de remover sozinho uma pedra de duas toneladas e passar os quarenta dias seguintes ministrando a seus seguidores por toda a terra santa é totalmente absurdo e ridículo. Examinar a extensa prova histórica de sua ressurreição, atesta a Sua divindade e nos dá esperança de que se crermos Nele teremos a vida eterna, tal como Ele nos prometeu.