UM DESEJO ARDENTE

UM DESEJO ARDENTE

sábado, 13 de abril de 2013

Credibilidade História da Bíblia


Quanto à sua credibilidade histórica, o critério usado com a Bíblia deve ser o mesmo utilizado para avaliar qualquer outro manuscrito antigo.


Existem 4 critérios básicos de avaliação :


Teste bibliográfico

Teste das evidências internas

Teste das evidências externas

A arqueologia

O teste bibliográfico


É o exame da fidelidade na transmissão do texto através das suas diversas cópias.


Uma vez que não existem mais os documentos originais, avaliar a qualidade das cópias torna-se um aspecto fundamental para se verificar a qualidade do documento.


Evidências manuscritas do Novo Testamento:


O teste bibliográfico responde às suposições de que o Novo Testamento sofreu alterações intencionais para acomodar interesses.


Atualmente existem mais de 5.300 manuscritos gregos do Novo Testamento. Além desses, existem mais de 10.000 manuscritos da Vulgata Latina (versão antiga em latim) e pelo menos mais de 9.300 cópias de antigas versões.


Ao todo tem-se 24.000 cópias antigas de porções do Novo Testamento


Nenhum outro manuscrito antigo chega nem perto desse volume de cópias.


Em segundo lugar vem um documento grego chamado A Ilíada de Homero com 643 manuscritos.


Nenhum outro documento da antiguidade tem um intervalo tão pequeno entre as cópias e os originais (os manuscritos mais antigos são do quarto século -  cerca de 250 anos após terem sido escritos). Alguns pequenos fragmentos remontam a 125 dc – 25 anos após a obra original. Parece muito, mas se comparado com outros escritores clássicos é um intervalo insignificante. Um autor antigo, sobre o qual considera-se que sua obra conhecida atualmente é fiel, só existem cópias datadas de 1400 anos após sua morte. Homero (900 aC) tem fragmentos mais antigos datados de de 400 aC – 500 anos de hiato. A obra completa só foi copiada no século treze – após 1.200 Dc.


Existe alguma corrupção entre as cópias? Sim, existe. Existem algumas variações entre as cópias.


Estudiosos desses manuscritos tem calculado que o texto do novo testamento é 98,33% puro (Hort, Geisler e Nix, conforme Josh McDowell).


Frederik Kenyon (uma das maiores autoridades no campo da crítica textual do Novo Testamento) também é citado por Josh mcDowell como tendo afirmado que nenhuma doutrina fundamental da fé cristã depende de algum texto controvertido.


Além disso tudo, o Novo testamento é uma obra grandemente citada pelos primeiros autores cristãos em suas obras. Josh McDowell cita outro estudioso chamado David Dalrymple. Ele diz que já achou citações de todo o Novo Testamento em obras antigas, exceto 11 versículos.


A conclusão é que a credibilidade do Novo Testamento é maior que qualquer outro documento da antiguidade.


Evidências manuscritas do Antigo Testamento:


Ao contrário do Novo Testamento, o AT não dispõe dessa abundância de cópias.


Antes das descobertas do Mar Morto, o mais completo e antigo manuscrito hebraico do AT datava de 900 Dc – intervalo de mais de 1.300 anos do original.


Em 1947, com a descoberta arqueológica dos rolos do Mar Morto, da comunidade de Qumram, encontraram-se manuscritos anteriores à época de Cristo – diminuindo o hiato para menos de 400 anos.


Para avaliarmos a qualidade do texto do AT devemos avaliar os seus copistas.


Os Talmudistas (100-500 Dc)

Eram extremamente criteriosos no processo de gerar cópias do AT.
Suas regras eram:
1. Usar peles de Animais puros
2. preparado por um judeu para uso em uma Sinagoga.
3. Devem ser presas por um fio de pele de animal puro
4. Cada pele deve ter um número fixo de colunas que será mantido por todo o códice.
5. O comprimento de cada coluna não deve ser inferior a 48 nem superior a 60 linhas e a largura deve ter 30 letras.
6. Deve-se traçar inicialmente as linhas de toda a cópia, e se 3 palavras forem escritas sem linha, a cópia fica inutilizada.
7. A tinta deve ser preta, preparada de acordo com uma fórmula específica.
8. A cópia deve se basear em uma cópia autêntica (que passou por todos os rigores)
9. Não se pode escrever nenhuma palavra ou letra de memória. O escriba tem que tê-la visto diante de si.
10. entre cada consoante deve haver o espaço de um fio de cabelo.
11. Entre cada novo “parashah” ou capítulo deve haver o espaço de 9 consoantes.
12. Entre um livro e outro deve haver um espaço de 3 linhas.
13. O quinto livro de Moisés deve terminar exatamente no final de uma linha.
14. O copista deve estar vestido em trajes judaicos a rigor
15. Lavar o corpo todo antes de iniciar o trabalho.
16. não começar a escrever o nome de Deus com uma pena recém mergulhada na tinta.
17. Caso um rei se dirija a ele enquanto escrevendo o nome de Deus, este não deve dar atenção ao rei.
Ou seja, o processo de cópia era um ritual de extremo rigor e seriedade.
A idade de uma cópia talmudista não era uma vantagem para ela – ao contrário, poderia se tornar ilegível em alguns pontos com o tempo, e era então considerada imprópria, e guardada em um armário, existente em cada sinagoga, chamado Gheniza. Quando a Gheniza se enchia, as cópias defeituosas eram queimadas.
Isso explica a ausência de volumes de cópias do AT.
Após uma cópia ter sido conferida, os talmudistas a consideravam autêntica, tendo igual valor que qualquer outra cópia.
Um manuscrito talmudista mais antigo do livro de Isaías era de 980 DC. Quando esse foi comparado com os manuscritos do Mar Morto  (quase 1000 anos entre as cópias) verificou-se 95% de exatidão absoluta, e os outros 5% eram pequenos erros de ortografia. Nesses 1000 anos a mensagem não havia se corrompido!

Os Massoretas (500 – 900 DC)

Os Massoretas criaram um formato de edição e padronização para o texto hebraico.
Seu principal centro de atividades foi Tiberíades.
O texto produzido por eles é denominado texto Massorético. Esse texto recebeu uma sinalização vocálica, para garantir a correta pronúncia.
Atualmente, é o texto hebraico mais considerado como padrão para estudos.
Eles também eram extremamente zelosos na qualidade dos documentos produzidos.
Os Massoretas desenvolveram uma metodologia para garantir a qualidade das suas cópias:
Eles contavam quantas vezes cada letra do alfabeto aparecia em um livro.
Eles faziam cálculos minuciosos, como por exemplo:
a letra que ficava exatamente no meio do Pentateuco,
a que ficava exatamente no meio de todo o AT,
a palavra e a letra central de cada livro
lista de parágrafos que continham todas as letras do alfabeto
outros critérios de contagem e verificação
Seu objetivo era garantir que nenhuma palavra ou sinal massorético fosse perdido no processo de cópia.

A Septuaginta (285 – 246 AC)

Essa versão também testifica a autenticidade do AT.
Foi preparada durante o reinado de Ptolomeu Filadelfo, do Egito.
Ptolomeu era um grande incentivador da literatura
Em seu reinado foi inaugurada a Biblioteca de Alexandria – que por muito tempo foi uma das grandes maravilhas do mundo.
Seu nome também representado por LXX
Uma carta encontrada, cujo autor era Aristeu da corte de Ptolomeu, conta como a versão foi formada:
O bibliotecário de Ptolomeu, Demétrio, teria convencido Ptolomeu a traduzir para o grego a lei Judaica
Ptolomeu, então enviou uma delegação a Eleazar (Sumo sacerdote em Jerusalém)
Eleazar teria escolhido como tradutores 6 anciãos de cada tribo de Israel (72 anciãos ao todo)
OS 72 anciãos foram levados para a ilha de Faros, e em 72 dias completaram a tarefa de traduzir
A Septuaginta ajuda a confirmar a credibilidade na transmissão.
Os textos utilizados para traduzi-la levaram a uma tradução bem próxima do texto massoretico (hebraico) – as principais divergências da LXX estão no livro de Jeremias.
A Septuaginta junto com outras citações feitas em livros apócrifos de 300 aC comprovam que o texto hebraico que temos hoje é muito semelhante ao existente em 300 AC.

O Texto Samaritano (500 AC)

É um texto que contém o pentateuco – o pentateuco é um subconjunto desse texto
As variações entre o pentateuco samaritano e o massorético é bem insignificante.

Os Targuns

O significado básico de Targun é “interpretação”
São paráfrases e comentários sobre o Antigo Testamento.
Seu valor reside no fato de mostrar que os textos utilizados para os comentários são praticamente os mesmos existentes hoje
Alguns targuns:
Onquelos (60 AC) – contém o pentateuco
Jonatas bem Uzziel (30 AC) – contém livros históricos e os profetas

O Misná (200 DC)

Significado básico é “explicação e ensino”
Contém uma coleção de tradições orais
As citações utilizadas são bem semelhantes ao texto massorético

Os Guemarás (200 DC a 500 DC)

São comentários escritos em aramaico, e que cresceram em torno do misrá
Também contribuem para credibilidade do texto massorético

O Midraxe (100 ac – 300 DC)

São estudos doutrinários do AT.
As citações são também massoréticas.

A Hexapla (ou sêxtupla) (185-254 DC)

Foi uma harmonia do AT preparada por Orígenes em 6 colunas:
A LXX, tradução de Áquila, tradução de Símaco, tradução de Teodócio, o texto hebraico e uma transliteração para o grego.
O texto hebraico é também semelhante ao massorético.

O teste das evidências internas

Esse também averigua se há fraudes, erros ou mentiras deliberadas por parte dos escritores, em relação a fatos conhecidos.
Notar que dificuldades e problemas não solucionados não significam necessariamente erros. Um erro é uma discrepância que se verifica sem sombra de dúvidas.
Argumentos favoráveis ao NT:
Os escritores foram testemunhas oculares dos fatos, ou receberam os mesmos de antemão (Marcos e Lucas):
Lc 1:1  Visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram, 2  conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares e ministros da palavra, 3  igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem,
2Pe 1:16 ¶  Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade,
1Jo 1:3  o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.
At 2:22  Varões israelitas, atendei a estas palavras: Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis;
Jô 19:35  Aquele que isto viu testificou, sendo verdadeiro o seu testemunho; e ele sabe que diz a verdade, para que também vós creiais.
Lc 3:1 No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos governador da Judéia, Herodes, tetrarca da Galiléia, seu irmão Filipe, tetrarca da região da Ituréia e Traconites, e Lisânias, tetrarca de Abilene,2  sendo sumos sacerdotes Anás e Caifás, veio a palavra de Deus a João, filho de Zacarias, no deserto.
At 26:24   Dizendo ele estas coisas em sua defesa, Festo o interrompeu em alta voz: Estás louco, Paulo! As muitas letras te fazem delirar! 25  Paulo, porém, respondeu: Não estou louco, ó excelentíssimo Festo! Pelo contrário, digo palavras de verdade e de bom senso. 26  Porque tudo isto é do conhecimento do rei, a quem me dirijo com franqueza, pois estou persuadido de que nenhuma destas coisas lhe é oculta; porquanto nada se passou em algum lugar escondido. 27  Acreditas, ó rei Agripa, nos profetas? Bem sei que acreditas. 28  Então, Agripa se dirigiu a Paulo e disse: Por pouco me persuades a me fazer cristão. 29  Paulo respondeu: Assim Deus permitisse que, por pouco ou por muito, não apenas tu, ó rei, porém todos os que hoje me ouvem se tornassem tais qual eu sou, exceto estas cadeias.
Não seria fácil inventar fatos e palavras de Jesus, quando tantas outras testemunhas oculares poderiam facilmente contradizê-los
Eles precisavam estar atentos também aos inimigos de Cristo, que poderiam contradizê-los facilmente, se manipulassem a verdade.
Ao contrário de temer, um ponto forte da pregação inicial dos apóstolos é o apelo confiante ao conhecimento dos ouvintes.
Dos 12 apóstolos, excetuando-se Judas, 10 foram assassinados por causa da mensagem que pregavam, e 1 (João) foi barbaramente torturado por ela.
É plausível crer que 11 pessoas estivessem dispostas a sacrificar suas próprias vidas para sustentar uma mentira deliberada?

O teste das evidências externas

Esse teste se propõe a averiguar se existem fontes externas que confirmam sua exatidão
Alguns exemplos:
Eusébio em sua obra História eclesiástica preserva escritos de Pápias, bispo de Hierápoles (130 dc):
“O ancião (apóstolo João) também costumava dizer o seguinte: Marcos, tendo sido intérprete de Pedro, escreveu fielmente tudo o que ele (Pedro) mencionava, fossem palavras ou obras de Cristo; todavia não o fez em ordem cronológica, pois não esteve ouvindo pessoalmente o Senhor nem o esteve acompanhando, mas mais tarde, como eu já disse, ele acompanhou Pedro. Dessa forma, então, Marcos não cometeu qualquer erro, tendo assim escrito algumas coisas à medida que ele , Pedro, mencionava, pois ele prestava toda atenção à isso, a fim de não omitir qualquer coisa que ouvisse, nem incluir qualquer afirmação falsa no que registrava.”
“Mateus registrou os oráculos na língua hebraica (aramaica)”
Irineu, bispo de Lion (180 DC)
Foi discípulo de João
Deixou por escrito sua credibilidade nos evangelhos:
“Tão firme é a base sobre a qual esses evangelhos repousam que os próprios hereges dão testemunho a favor desses livros, e tomando-os por base, cada um deles se esforça para estabelecer sua própria doutrina”
“O Verbo nos deu o evangelho em forma quádrupla, forma que se mantém coesa em um só espírito”
“Mateus divulgou o evangelho entre os hebreus na língua deles, enquanto Pedro e Paulo pregavam o evangelho em Roma”
“Marcos transmitiu por escrito a pregação de Pedro”
“Lucas, o seguidor de Paulo, pôs num livro o evangelho pregado por seu mestre”
“João escreveu seu evangelho quando vivia em Éfeso, na Ásia”
Clemente de Roma (95 DC)
Também usa as escrituras como confiáveis e autênticas
Inácio, bispo de Antioquia (entre 70 e 100 DC)
Foi martirizado por sua fé (jogado às feras no coliseu de Roma)
Conheceu todos os apóstolos, e foi discípulo de Policarpo, discípulo de João
Registrou sua credibilidade nas escrituras, a ponto de morrer pelo que elas continham
Policarpo (70-156 DC)
Discípulo de João
Sofreu martírio aos 86 anos de idade por sua devoção à cristo e às escrituras
Vários membros da sua igreja em Esmirna também foram martirizados por Antonio Pio
Foi queimado em uma fogueira
Flávio Josefo (historiador judeu – nascido em 37 DC)
Em sua obra Antiguidades, livro 18 capítulo 5 ele confirmam a história de João Batista e sua execução por Herodes Antipas.
(embora hajam diferenças apontadas por ele na causa da morte de João Batista)
Além disso tudo, o Novo Testamento é uma obra grandemente citada pelos primeiros autores cristãos em suas obras. Josh McDowell cita outro estudioso chamado David Dalrymple. Ele diz que já achou citações de todo o Novo Testamento em obras antigas, exceto 11 versículos.

A arqueologia

Nelson Glueck – renomado arqueólogo judeu- diz “Pode-se afirmar categoricamente que até hoje nenhuma descoberta arqueológica contradisse qualquer informação dada pela Bíblia”.
William F. Albright – reputado como um dos grandes arqueólogos da atualidade-
“Não pode haver dúvida alguma de que a arqueologia tem confirmado a historicidade substancial da tradição do Antigo Testamento”.
“Progressivamente o exagerado ceticismo para com a Bíblia foi sendo desacreditado”
“Uma descoberta atrás da outra tem confirmado a exatidão de incontáveis detalhes e tem feito com que a Bíblia receba um reconhecimento cada vez maior como fonte histórica”
“À medida que o estudo crítico da Bíblia for cada vez mais influenciado pela abundância de material recém-descoberto, vindo do antigo Oriente Próximo, observaremos um aumento crescente do respeito para com o significado histórico de passagens e detalhes atualmente negligenciados e menosprezados, tanto do antigo quanto do novo testamento”
Millar Burrow – Universidade de Yale
“Em muitos casos a arqueologia tem refutado as opiniões de críticos modernos. Ela tem demonstrado que essas opiniões repousam sobre pressuposições falsas e esquemas irreais e artificiais de desenvolvimento da história”
Exemplos de descobertas arqueológicas que confirmam a Bíblia:
Tabletes de Ebla:
Alguns críticos modernos têm proposto a “hipótese documentária” com base na qual afirmam que à época de Moisés, cerca de 1400 AC, ainda não havia qualquer conhecimento de escrita – portanto, Moisés não poderia ter escrito o Pentateuco.
Esses críticos afirmam também que o conteúdo da legislação do Pentateuco é muito avançado para essa época.
Por conta disso, eles têm refutado a autoria mosaica do Pentateuco, afirmando que esses documentos teriam sido obras fictícias escritas por alguém muito tempo depois.
Também tem sido refutada como histórica a vitória de Abraão sobre Quedorlaomer e os 5 reis mesopotâmeos descrita em Gênesis 14. Também têm sido consideradas lendárias as 5 cidades da planície mesopotâmia (Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Zoar)
Desde 1974 têm sido encontrados 17.000 tabletes de Ebla, no norte da Síria.
Ebla foi uma proeminente cidade antiga. No auge do seu poder em 2300 AC tinha 260.000 habitantes.
Foi destruída em 2250 AC.
Esses tabletes contém o registro de vários acontecimentos, costumes e códigos legais de Ebla.
Como as descobertas dos tabletes auxiliam a confirmar a Bíblia:
Os tabletes foram escritos quase 1000 anos antes de Moisés – o que prova que em uma idade bem anterior à de Moisés, havia escrita na região.
Os tabletes contém um código legal tão complexo quanto o do Pentateuco – o que combate a hipótese de os mesmos serem muito avançados para a época.
Os tabletes de Ebla citam as 5 cidades da planície mesopotâmia – confirmando sua historicidade.
O Túmulo de José
John Elder em seu livro “Profetas, Ídolos e escavadores” faz um interessante comentário:
“Nos últimos versículos de Gênesis lê-se sobre como José conjurou seus parentes a transportarem seus ossos para a terra de Canaã quando Deus viesse a restaurá-los à sua terra de origem. E em Josué 24:32 é narrado como seu corpo foi realmente transportado para a Palestina e sepultado em Siquém. Durante séculos houve um túmulo em Siquém reverenciado como o túmulo de José. Anos atrás, esse túmulo foi aberto. Achava-se ali um corpo mumificado de acordo com os costumes egípcios. E nesse túmulo, entre outras coisas, foi encontrada uma espada do tipo usado por oficiais egípcios.”.
Os Hititas
Os hititas são povos mencionados na Bíblia, mas sobre os quais não havia nenhuma outra fonte.
Por muito tempo, muitos achando que eles nunca existiram, taxavam os textos bíblicos que os citavam como sendo fantasiosos.
Recentes escavações arqueológicas têm confirmado a existência desse povo, confirmando a narrativa bíblica.
OS tabletes de Tell-El-Amarna
Esses tabletes confirmam muitos relatos bíblicos sobre o quadro da palestina à época da conquista de Canaã.
Em um dos tabletes, um governador de Jerusalém escreve ao faraó Akhnaton (1937 – 1366 AC) rogando ajuda egípcia contra os Hebreus que estavam invadindo a região.

Conclusão

Para concluir os 4 critérios de análise, consideremos a declaração de Josh McDowell:
“Depois de tentar refutar a historicidade e a validade das escrituras, cheguei à conclusão que elas são historicamente confiáveis.”

Material extraído da apostila “Suficiência e Autoridade das Escrituras” de Marcelo Berti e Vlademir Hernandes.

terça-feira, 26 de março de 2013

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

QUEM SÃO OS ESPÍRITOS DO ESPIRITÍSMO?

NA VERDADE, MUITO JÁ SE TEM ESCRITO SOBRE O ASSUNTO, que parece não ser muito, fonte inesgotável de tanta especulação, essa pergunta requer ser refeita... então qunatas vezes será necessária a pergunta para uma respota sensata?  Não sei.  mas vamos tentar mais uma vez...Quem são os Espíritos do Espiritismo?

O Espiritismo moderno nasceu em 1848, nos Estados Unidos, onde John D. Fox e sua família presenciaram barulhos sobrenaturais em sua casa, em Hydesville, Nova Iorque.

O movimento tomou rapidamente uma grande extensão, passou á Europa, e encontrou na França um zeloso defensor na pessoa de Hippolyte Rivail, nome de Allan Kardec.

Em resumo, o Espiritismo é uma crença que admite a existência de espíritos desencarnados (os mortos) e a possibilidade de comunicação com eles. Nasce assim, um conceito particular do ser humano. Com efeito, os espíritas acreditam que o homem compõe-se de três elementos: o corpo material, a alma espiritual que, por natureza, não pode perecer e, entre estes dois elementos, uma terceira realidade chamada corpo astral.

Na realidade o espiritismo não é senão uma hábil adaptação de doutrinas e práticas muito antigas (Gênesis 3:1-5) ás exigências da vida e pensamentos modernos.

Ainda que seja difícil estabelecer uma classificação dos fenômenos pelos quais se manifestam os chamados “espíritos desencarnados”, distingue-se um conjunto de:
Fenômenos Físicos (mesas rodantes, levitação, rapsodomancia[1], movimentos á distância, fenômenos luminosos, magnéticos e elétricos, barulhos, gritos, vozes, etc.).
Fenômenos Fisiológicos (sono magnético, isensibilidade, materializações e desmaterializações, etc.).
Fenômenos Psicológicos ou Fisiológico-psicológicos (clarividência, lucidez, predições, tipologia, aparições, fantasmas, linguagem e escrita automáticas, etc.).

Quanto á proveniência desses fenômenos, deve-se distinguir aqueles que são fraudes (mais ou menos a metade), os que são de ordem natural e os que são verdadeiramente sobrenaturais.

O que Deus ensina em sua Palavra sobre a morte?

De acordo com a Bíblia, quando um a pessoa morre ela está em total inconsciência. Veja: “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem “coisa nenhuma”, nem tampouco terão eles recompensa, pois sua memória está entregue ao esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram: para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.” (Eclesiastes 9:5,6- leia também Salmo 6:5;Salmo115:17;Salmo 146:3,4;Isaías 38: 18,19)

A Bíblia diz que Jesus Cristo criou todas as coisas com Deus o Pai, e que Ele existe desde a eternidade. “Ele é a imagem do Deus invisível o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio Dele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste .(todos vivem por meio Dele, pois é Jesus quem dá vida e respiração a todas as criaturas do universo- Colossenses 1:15-17) (Leia Miquéias 5:2; João 1:1-3-conf. Apocalipse 19:13; João 17:5; Romanos 9:5; Filipenses 2:5-11; Colossenses 2:8-10; Tito 2:13; Hebreus 1:6-12; I João 5:20, etc.)

Pelo fato de Jesus ter ajudado a Deus, o Pai, e também o Espírito Santo, a criar todas as coisa, é muito óbvio que Ele saiba melhor que qualquer um como é a morte. Vejamos o que Jesus diz sobre a morte:

“Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Jesus, porém, falara com respeito á morte de Lázaro; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono. Então, Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu...” (João 11:11-14- grifo nosso)

Depois de ficar doente, Lázaro morreu. E o que Jesus disse a respeito da morte de Lázaro? Disse que ele estava dormindo! Não devemos duvidar do Senhor. Ele sabe melhor que nós qual é o estado do homem na morte. A Bíblia compara a morte a um sono em aproximadamente 53 lugares diferentes.

Deus, que não pode mentir (Tito 1:2;Números 23:19) nos promete que um dia irá ressuscitar todos os seus filhos. Esta é a solução de Deus para a morte. “Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como orvalho de vida, e a terra dará á luz os seus mortos” (Isaías 26:19).

Em I Coríntios 15:51,52 e 54, o Espírito Santo continua: “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos. Num momento, numa abrir e fechar d’olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós sermos transformados... e quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória...”

A ressurreição ocorrerá no último dia (João 6:40), quando Jesus voltar (l Tessalonicenses 4:13-18).

Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras. (1 Tessa 4:13-18 RA)

O senhor Jesus diz : “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25). Portanto, o único meio, de acordo com o que Deus ensina, de termos vida “após a morte” é sermos ressuscitados. Se a pessoa ao morrer fosse para o céu ou para qualquer outro plano astral, que necessidade haveria de Jesus voltar e nos ressuscitar, se já estivéssemos no céu?

Quem são os Espíritos do Espiritismo?

Neste momento surge a pergunta: “Se os mortos estão inconscientes e não podem comunicar-se conosco, quem são os espíritos do espiritismo?” A resposta pode ser dura, mas como servo de Deus, e alguém que se preocupa com seu bem-estar e felicidade eterna, tenho de lhe informar.

De acordo com a Bíblia, os espíritos que se comunicam com as pessoas nas sessões espíritas, não são de pessoas mortas, mas sim de demônios. “Porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo- Poderoso” (Apocalipse 16:14) Estes seres são anjos caídos que acompanharam lúcifer (satanás ou diabo) na rebelião contra Deus.

Deus nos adverte: “Não vos voltareis para os necromantes (quem consulta os “mortos”), nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Levítico 19:31)

E continua: “Quando alguém se virar para os necromantes e feiticeiros, para se prostituir com eles, eu (o próprio Deus é quem está dizendo isto!) me voltarei contra ele e o eliminarei do meio do seu povo...” (Levítico 20:6)

O objetivo de satanás, através do espiritismo, é enganar as pessoas. Ele sabe que, se conseguir fazer com que uma pessoa acredite que está conversando com um ente que faleceu, facilmente introduzirá na pessoa a falsa crença de que podemos consultar mortos, fazendo assim que o praticante aceite as falsas doutrinas por ele ensinadas e se afaste de Deus. (a pessoa que consulta espíritos normalmente não tem tempo para Deus. Leia Isaías 8:19,20)

Como Deus considera a prática de consultar “mortos”?

Leia com atenção o verso abaixo:

“Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador , nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor... (Deuteronômio 18:10-14)

Podemos ver, com esta declaração do criador, que Ele abomina (repugna, detesta) o consultar aos mortos, pois quem está falando nos centros espíritas não são espíritos de pessoas, mas sim anjos maus.

Se o espiritismo fosse algo bom, será que Deus iria proibir? Claro que não, pois o Senhor “nenhum bem sonega aos que andam retamente” (Salmo 84:11)

Deus odeia o espiritismo, mas ama muito os espíritas. Ele está disposto a ajudar-lhes a se libertarem do inimigo. É só pedir, e ele dará o socorro.

Se estas vozes não são das pessoas que morreram, como é que ouço exatamente a voz de meu parente ou amigo que morreu quando estou numa sessão espírita ?

Os anjos são uma ordem de seres sobre-humanos que têm o poder da “personificação”, isto é, conseguem assumir a forma e a aparência de seres humanos, e podem usar homens como médiuns, por meio dos quais falam (leia Gênesis 18:1-35; Juízes 6:22; 13:21; Hebreus 13:2). O anjo de Deus que obstruiu a passagem de Balaão lhe falou por intermédio de uma jumenta (Números 22:21-25) e satanás falou a Eva por intermédio de uma serpente (Gênesis 3:1-4). Podemos ver que, além de imitar a forma humana, os anjos podem falar através de outras criaturas, inclusive por meio de seres humanos.

Como os demônios estão sempre acompanhando a vida das pessoas para as destruir (não o fazem porque Deus não deixa), eles facilmente aprendem o tom de voz das pessoas e inclusive sabem até onde elas guardam objetos de uso pessoais. É por isso que, ao conversar com um a pessoa em uma sessão, eles sabem até o local onde o falecido guardou algum pertence ou coisa parecida. Esses anjos maus têm o poder até de imitar o “cheiro do perfume” usado pelo morto enquanto estava vivo, e muitas coisas mais.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o esposo de uma senhora escocesa foi considerado como “desaparecido” durante um ação militar. A esposa esperou e orou pelo regresso do marido, mas parecia certo que ele havia morrido. Amigos bem intencionados convidaram-na a assistir uma sessão espírita, na qual ela procuraria estabelecer contato com “ele”.

Ela foi e ficou assombrada ao ver um aparição que muito se assemelhava ao marido. Conversaram, e “sua” voz revelava o mesmo timbre familiar. Ela emocionou-se enquanto “ele” trouxe à tona na conversa muitos assuntos íntimos. Qual não foi, entretanto, a surpresa e a confusão desta senhora quando, após alguns meses, o marido apareceu repentinamente em casa, gozando de perfeita saúde. Nem mesmo havia sido ferido em batalha !!!

Muito em breve, não apenas umas poucas pessoas, como esta mulher, mas o mundo inteiro – todos os que confiaram na falsidade – dar-se-ão conta de que foram enganados pelo príncipe do mal. Será, então, demasiado tarde para aceitar a graça de Deus.

Se você ainda não se encontra ao lado de Deus, receba sua Graça AGORA. “eis agora o dia da salvação” (II Coríntios 6:20). Tudo o que você necessita, é dizer: “Senhor, aceito a Jesus Cristo como meu Salvador pessoal. Concede-me força para crer em sua Palavra e para andar corretamente no caminho”. Você não pode comprar a salvação, mas pode recebe-la como um Dom gratuito de Deus. A partir daí, não importa o que lhe reserve o futuro, você será sempre um filho ou filha de Deus.

Como explicar as “experiências pós-morte”, que já aconteceram com milhões de pessoas ?
http://www.advir.com.br/sermoes/sermao_c_espiritismo_vp.htm

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O MAL DA CIENCIA E DA RELIGIÃO SÃO PESSOAS MAL INFORMADAS E MAL INTENCIONADAS


  Existem dois tipos de pessoas que causam danos tanto a ciencia e quanto a Bíblia, o que conhece parte de alguma Bíblia e pouco da ciencia e o que conhece parte da ciencia e pouco de qualquer Bíblia.
  Não se pode despresar o fato da ciencia, mas as observações e conclusões em deprezo de outros é com certeza, apenas opnião tendenciosa de quem a quer como verdade...
  E não se pode desprezar a religião, aqui precisa-se ainda de mais conhecimento, para não generalizar e concluir que todas são iguais , quando não se conhece nenhuma..assim como as verdades bíblicas...

Dois tipos de indivíduos têm forjado grande dano, contudo, nenhum desses deve ser considerado como juiz no assunto: ambos são desqualificados. É essencial que um juiz conheça os dois lados da questão, e nenhum destes tem esse conhecimento.


O primeiro é o cientista sem religião. O que ele sabe sobre religião? O que pode saber? Ele está fora de lugar quando a pergunta é: a ciência concorda com a religião? Obviamente, aquele que pode responder essa pergunta precisa conhecer os dois lados da questão.


O segundo é um homem melhor, mas capaz de causar mais dano ainda. Refiro-me ao cristão não-cientista que se preocupará em conciliar a Bíblia com a ciência. É melhor que ele deixe isso de lado e não comece seu conserto. O erro foi cometido por homens que ao tentar resolver uma dificuldade distorceram a Bíblia ou a ciência. Essa solução logo foi considerada errônea, e depois ouvimos os clamores de que a Escritura foi derrotada.

Certo jovem, ao expor uma maquete sobre o sistema solar, que ele havia feito com muito cuidado e maestria, ao chegar a escola, na feira de ciencias, deixou sua maquete en cima de uma mesa e saiu para conversar com os colegas da escola...quando chegou um jovem e ficou maravilhado com o trabalho do colega e com ariqueza de detalhes que o mesmo conseguiu expor, ao que o jovem conhecido pela seu ateismo, perguntou quem havia feito tal trabalho, quando o autor da obra , em tom de brincadeira respondeu, Ninguem a fez, ela surgiu ai por acaso...

- VIVA EM COMUNHÃO
“A abundância da vida cristã só pode ser experimentada por meio da mutualidade”

“As igrejas estão cheias de gente, mas vazias de relacionamentos. Parece um paradoxo, mas é exatamente assim a realidade de nossas igrejas hoje. Muitos crentes não vivenciam uma comunhão coletiva e não se empenham em construir relacionamentos. Vêem na igreja um lugar para manifestarem seus interesses pessoais, suas necessidades e conflitos. Os próprios líderes alimentam isso, quando pregam um evangelho solucionador de problemas sem, contudo, instruir seus seguidores acerca da vida abundante no corpo de Cristo. Essas pessoas gostam de cultos das multidões, mas vivem num individualismo religioso e frio, com graves conseqüências na falta de relacionamentos com Deus e com o próximo. E aí está o motivo do esfriamento na intimidade com Deus. A verdadeira fé é aquela que prioriza os relacionamentos. Quando há intimidade com o Senhor e compromisso com o Evangelho da justiça, aflora a mutualidade entre os membros do corpo de Cristo. A Igreja perdeu, de certa forma, o sentido do viver em novidade crescente de vida abundante. Essa abundância só pode ser experimentada em coletividade. O fervor individual não pode ser confundido com uma vida fora dessa coletividade, mas deve ser entendido como a relação íntima do indivíduo com seu próximo, dentro e fora dos portões da igreja.”
Battista Soarez é teólogo, educador e jornalista. Pastor batista, desenvolve diversos projetos sociais no Maranhão

Os crentes estão sendo ensinados a acomodar-se mais à vida terrena e à busca por valores materiais – assim, sua fé assemelha-se mais a uma filosofia de bem-estar emocional e o cristianismo passa a ser uma religião puramente humanística. Deus se torna assessório, nunca o essencial da vida; o absolutismo da sua Palavra perde força diante do relativismo da necessidade humana.”

domingo, 14 de outubro de 2012

ATEÍSMO É UM PROBLEMA MORAL


"Ateismo é um problema moral", afirma um dos maiores filósofos cristãos

O Ateísmo é uma fuga e uma insubordinação a moralidade...  e se o ATEU não tem certezas, como pode ser ateu? no máximo deveria ser agnóstico...

Um professor de filosofia e religião da Universidade de Taylor em Upland, Indiana, EUA, James Spiegel, escreveu um livro de 130 páginas.

The Making of an Atheist (O Making of de um Ateu) é uma resposta aos novos ateus. Mas ao contrário das inúmeras respostas que surgiram a partir de apologistas cristãos, o livro de Spiegel centra-se nas raízes psicológicas do ateísmo.

Enquanto os ateus insistem que a razão fundamental para rejeitar a Deus é o problema do mal ou a irrelevância científica do sobrenatural, o filósofo cristão diz que o argumento é "apenas um ardil" ou "uma cortina de fumaça conceitual para mascarar o verdadeiro problema – a rebelião pessoal".

Ele admite que poderia parecer inadequado ou ofensivo sugerir que a falta de fé em Deus é uma forma de rebelião. Mas ele disse em uma entrevista recente ao Evangelical Philosophical Society que era obrigado a escrever o livro porque está convencido de que "é uma clara verdade bíblica".

Seu objetivo ao escrever o livro não é nem para provocar as pessoas, nem mostrar que o teísmo é mais racional que o ateísmo. Ao contrário, seu objetivo é orientar as pessoas a "explicação real do ateísmo".

"A rejeição de Deus é uma questão de vontade, não do intelecto", afirma. "O ateísmo não é o resultado da avaliação objetiva da prova, mas de desobediência obstinada, mas isso não decorre da aplicação cuidadosa da razão, mas da rebelião intencional. Ateísmo é a supressão da verdade por maldade, a conseqüência cognitiva da imoralidade. Em suma, é o pecado que é a mãe da descrença".

Deus fez a sua simples existência, desde a criação – a partir da vastidão inimaginável do universo para o complexo universo das micro-células individuais, de acordo com Spiegel.

A consciência humana, as verdades morais, as ocorrências milagrosas e o cumprimento das profecias bíblicas são também evidências de que Deus é real.

Mas os ateus, que rejeitam, ou como Spiegel diz, "fazem perder a importância divina de qualquer um destes aspectos da criação de Deus" menosprezam a própria razão.

Na verdade o ateismo só acredita nas suas proprias crenças, ainda que ela sejam combatidas comprovadas insentadas e contraditórias..apenas baseada na profunda necessidade de negar...para viver a sua vida no pecado e no engano...mas chances eles tiveram...

Ora o ateísmo só propõe isso negação, não tem outra alternativa, é só negar e agredir religião e as pessoas...O ateu Richard Dawkins, disse que acreditava que viemos de seres alienígenas, mas não tenta explicar a origens desses mesmos seres alienígenas... não explica a origem do universo e nem mesmo de nada....passa a maior parte de seu livro atacando a religião e a bíblia... eles não deviam estar preocupado com sua descrença????

domingo, 23 de setembro de 2012

HÁ ERROS NA BÍBLIA? NÃO!



HÁ ERROS NA BÍBLIA? NÃO!
Os críticos afirmam que a Bíblia está cheia de erros. Alguns falam, até mesmo, em milhares de erros. A verdade é que não há nem mesmo um só erro no texto original da Bíblia que tenha sido demonstrado. Isso não quer dizer que não haja dificuldades em nossas Bíblias. Dificuldades há, e é delas que este livro vai tratar. Seu propósito é mostrar que não há realmente erros nas Escrituras. Por quê? Porque a Bíblia é a Palavra de Deus, e Deus não pode errar. Vamos raciocinar. Vamos tratar isto de uma forma lógica examinando as premissas:

Deus não pode errar.
A Bíblia é a Palavra de Deus.
Portanto, a Bíblia está isenta de erros.

Como qualquer estudante de lógica sabe, este é um silogismo (uma forma de raciocínio) válido. Assim, se as premissas são verdadeiras, as conclusões também são verdadeiras. Como vamos mostrar, a Bíblia declara sem rodeios ser a Palavra de Deus.  Ela nos informa também que Deus não pode errar. A conclusão, então, é inevitável: a Bíblia está isenta de erros. Se ela estivesse errada em qualquer coisa que afirma, então Deus teria cometido um erro. Mas Deus não pode cometer erros.

Deus não pode cometer erros
As Escrituras declaram enfaticamente que "é impossível que Deus minta" (Hb 6:18). Paulo fala do "Deus que não pode mentir" (Tt 1:2). Ele é um Deus que, mesmo que não sejamos fiéis, "permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo" (2 Tm 2:13). Deus é a verdade (Jo 14:6) e assim também é a Palavra dele. Jesus disse ao Pai: "a tua Palavra é a verdade" (Jo 17:17). O salmista exclamou: "As tuas palavras são em tudo verdade" (SI 119:160).

A Bíblia é a Palavra de Deus
Jesus referiu-se ao AT como sendo a "Palavra de Deus", que "não pode falhar" (Jo 10:35). Ele disse: "até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra" (Mt 5:18). Paulo acrescentou: "Toda a Escritura é inspirada por Deus" (2 Tm 3:16). Ela veio "da boca de Deus" (Mt 4:4). Embora tenham sido homens aqueles que escreveram as mensagens, "nunca, jamais, qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo" (2 Pe 1:21).
Jesus disse aos líderes religiosos de seus dias que eles vinham "invalidando a palavra de Deus" pela sua própria tradição (Mc 7:13). Jesus chamou-lhes a atenção para a Palavra de Deus escrita quando repetidamente afirmou: "Está escrito ... está escrito ... está escrito ..." (Mt 4:4, 7,10). Esta frase aparece mais de noventa vezes no NT. É uma forte indicação da autoridade divina da Palavra de Deus escrita.

Dando ênfase à natureza inerrante da verdade de Deus, o apóstolo Paulo referiu-se às Escrituras como "a palavra de Deus" (Rm 9:6). O autor de Hebreus declarou que "a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração" (Hb 4:12).

Conclusão lógica: A Bíblia é isenta de erros
Sim, Deus falou, e ele não titubeou. O Deus da verdade nos deu a Palavra da Verdade, e ela não contém inverdade alguma. A Bíblia é a inerrante Palavra de Deus.

Pode-se confiar na Bíblia em questões de Ciência e de História?
Alguns têm sugerido que as Escrituras sempre podem ser confiáveis em questões de ordem moral, mas que nem sempre são corretas em questões históricas. Eles confiam na Bíblia no campo espiritual, mas não na esfera da ciência. Se isso fosse verdade, entretanto, negaria a autoridade divina da Bíblia, já que o espiritual, o histórico e o científico então freqüentemente Interligados.
Um cuidadoso exame das Escrituras revela-nos que as verdades científicas (fatuais) e as espirituais são muitas vezes inseparáveis. Por exemplo, não se pode separar a verdade espiritual da ressurreição de Cristo do fato de que o seu corpo deixou para sempre vazio o seu túmulo e que depois ele apareceu fisicamente (Mt 28:6; 1 Co 15:13-19).
Da mesma forma, se Jesus não tivesse nascido de uma mulher biologicamente virgem, então ele não seria diferente do resto da humanidade, sobre quem recai o estigma do pecado de Adão (Rm 5:12). Também a morte de Cristo por nossos pecados não pode ser separada do fato de que ele derramou literalmente o seu sangue na cruz, pois "sem derramamento de sangue, não há remissão" (Hb 9:22).
A existência e a queda de Adão tampouco podem ser um mito. Se não tivesse havido literalmente um Adão, e se não tivesse havido de fato a queda, então o ensino espiritual quanto ao pecado herdado e quanto à morte física, dele decorrente, estaria errado (Rm 5:12). A realidade histórica e a doutrina teológica juntas permanecem ou juntas caem por terra.
Além disso, a doutrina da encarnação é inseparável da verdade histórica de Jesus de Nazaré (Jo 1:1,14). E ainda, o ensino de caráter moral de Jesus quanto ao casamento baseou-se no que ele ensinou quando disse que Deus juntou literalmente um Adão e uma Eva em matrimônio (Mt 19:4-5). Em cada um destes casos, o ensino moral e o teológico perdem totalmente o sentido se desconsiderado o evento histórico e fatual. Negando-se que aquele evento ocorreu literalmente no tempo e no espaço, fica-se então sem uma base para crer na doutrina bíblica construída sobre ele.
Com freqüência, Jesus comparou eventos do AT diretamente com importantes verdades espirituais. Por exemplo, ele relacionou sua morte e ressurreição com Jonas e o grande peixe (Mt 12:40). Da mesma forma, sua segunda vinda foi comparada com os dias de Noé (Mt 24:37-39). Tanto as circunstâncias como as características de tais comparações deixam claro que Jesus estava afirmando que aqueles eventos foram fatos históricos, que realmente aconteceram. De fato, Jesus afirmou a Nicodemos: "Se tratando de coisas terrenas não me credes, como crereis, se vos falar das celestiais?" (Jo 3:12). Em resumo, se a Bíblia não falasse com verdade a respeito do mundo físico, então ela não poderia ser digna de confiança ao referir-se ao mundo espiritual. Os dois mundos acham-se intimamente relacionados.
A inspiração inclui não apenas tudo o que a Bíblia explicitamente ensina, mas inclui também tudo a que ela se refere. Isso é verdade quando a Bíblia se reporta à história, à ciência ou à matemática. Tudo o que a Bíblia declara é verdadeiro - podendo der tanto um ponto de maior como também de menor importância. A Bíblia é a Palavra de Deus, e Ele não se desvia da verdade em nenhum momento. Todas as partes das Escrituras são verdadeiras, assim como o todo que elas formam.

Se é inspirada, é inerrante
A inerrância é uma decorrência lógica da inspiração. Porque inerrância significa verdade total, sem erros. E o que Deus profere (inspira) tem de ser completamente verdadeiro e sem erros (inerrante). Contudo, convém especificar com maior clareza o que significa "verdade" e o que constitui um "erro".
Verdade significa aquilo que corresponde à realidade. Um erro, então, é o que não corresponde à realidade. A verdade é dizer o que de fato é. Um erro é não dizer o que é. Conseqüentemente, nenhuma coisa errada pode ser verdadeira, mesmo que o autor pretendesse que o seu erro fosse algo verdadeiro. Um erro é um erro, não simplesmente alguma coisa que nos faça errar. De outro modo, toda expressão sincera poderia ser considerada verdadeira ainda que se tratasse de um erro grosseiro. Da mesma forma, algo não é verdadeiro simplesmente porque realiza o propósito que havia sido estabelecido, já que muitas mentiras são bem-sucedidas.
A Bíblia vê claramente a verdade como aquilo que corresponde à realidade. O erro é entendido como sendo uma falta de correspondência à realidade, não como algo causado intencionalmente. Isso é evidente pelo fato de que a palavra "erro" é usada no caso de erros não-Intencionais (Lv 4:2). Na Bíblia inteira está implícita a visão de que a verdade baseia-se numa correspondência entre duas coisas. Por exemplo, quando os Dez Mandamentos declaram: "Não dirás falso testemunho" (Êx 20:16) significa que deturpar fatos está errado. Este mesmo conceito de verdade foi usado quando os judeus foram ao governador para falar a respeito de Paulo: "Tu mesmo, examinando-o, poderás tomar conhecimento de todas as coisas de que nós o acusamos". E, ao fazer isso, é como se eles estivessem dizendo: "É verdade, tu podes facilmente verificar os fatos" (cf. At 24:8).

SUPOSTAS CONTRADIÇÕES BÍBLICAS OU DIFICULDADES DE INTERPRETAÇÕES


Quando os críticos da Bíblia perguntam: "Como você pode crer na Bíblia, estando ela crivada de erros?", o que você responde? Muitos cristãos arremessam isso direto para a fé; apegam-se tenazmente à sua crença, não importando quanto possa haver de evidência em contrário. Entretanto, isso não só contraria as Escrituras como também é uma insensatez.
A Bíblia declara: "Portai-vos com sabedoria... para saberdes como deveis responder a cada um" (Cl 4:5-6). Pedro instou aos crentes: "Santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor" (1 Pe 3:15-16).
De fato, Jesus nos ordenou: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento" (Mt 22:37). Uma parte deste amor que devemos a Cristo é encontrar respostas para aqueles que questionam a Palavra de Deus. Pois, como disse Salomão: "Ao insensato responde segundo a sua estultícia, para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos" (Pv 26:5).
A verdade é capaz de se manter sobre os seus dois pés. Jesus disse: "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8:32). Nada temos a temer quanto à verdade. Jesus disse ao Pai: "A tua palavra é a verdade" (Jo 17:17). A Bíblia resistiu à crítica dos maiores céticos, agnósticos e ateístas por todos esses séculos, e ela pode resistir aos fracos esforços nesse sentido feitos pelos críticos incrédulos de hoje. Contrariamente a muitas outras religiões atuais que apelam a sentimentos místicos ou a uma fé cega, o Cristianismo diz: "antes que cases, vê o que fazes".
Este é um livro para aqueles que acreditam que devemos pensar acerca do que cremos. Deus não premia a ignorância e nem mesmo recompensa aqueles que se recusam a olhar para a evidência. Pelo contrário, ele condenará aqueles que rejeitam a clara evidência que ele revelou (Rm 1:18-20).
Este livro é fruto de mais de quarenta anos de esforços no sentido de compreender a Bíblia e de responder àqueles que poderiam debilitar a fé na eterna Palavra de Deus. Ele foi escrito para estar junto da Bíblia, de forma que se possa encontrar a resposta a uma dificuldade surgida num texto no local exato em que ocorre o problema. Por exemplo, para a velha questão: "Como é que Caim conseguiu uma esposa?", a resposta será encontrada bem no texto que diz: "E coabitou Caim com sua mulher; ela concebeu e deu à luz a Enoque..." (Gn 4:17).
Quando você estiver lendo a Bíblia e encontrar uma dificuldade, procure o versículo e observe o comentário feito a respeito dele neste livro. Para aqueles que tenham dificuldade em localizar um determinado versículo que tenha gerado uma dúvida, consulte o índice de tópicos e nomes nas páginas finais.
Esta obra pode ser considerada, sob vários aspectos, como "cinco livros em um". Primeiro, é um livro sobre dificuldades bíblicas, que responde à maioria das questões mais importantes levantadas até hoje com respeito à Bíblia - mais de 800 ao todo. Segundo, esta é uma obra apologética, já que ela nos ajuda a defender a fé que uma vez foi dada aos santos. Terceiro, este livro funciona como um escrupuloso comentário, por tratar da maioria das passagens difíceis da Bíblia. Quarto, é um livro que contribuirá para fortalecer a sua vida espiritual à medida que você for recebendo respostas a essas questões e aumentando a sua fé na Palavra de Deus. Finalmente, este é um livro de evangelismo pois, quando você testemunhar de Cristo, as pessoas lhe farão algumas perguntas para as quais talvez você não tenha a resposta.
Em vez de não mais compartilhar a sua fé em Cristo, por receio de enfrentar questões cujas respostas desconheça, você poderá persistir na evangelização com confiança, tendo um guia à sua disposição, para ajudá-lo a responder a toda questão levantada por aqueles que sinceramente estão em busca da verdade.
A nossa oração é para que Deus faça uso deste livro para reforçar-lhe a fé e para ajudá-lo a trazer muitas outras pessoas a Cristo. A nossa própria confiança nas Sagradas Escrituras aumentou nesses últimos anos, enquanto examinávamos com maior profundidade as maravilhas da verdade divina. E temos certeza de que a sua confiança também aumentará.


MANUAL
POPULAR
de Dúvidas,
Enigmas e
"Contradições"
da Bíblia


Norman Geisler - Thomas Howe