segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
EVIDÊNCIAS PODEROSAS DA DIVINDADE DE JESUS CRISTO
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
O ENIGMA DO MAL E RELACIONAMENTOS HUMANOS
TODOS NÓS DE UMA FORMA OU DE OUTRA SOFREMOS INFLUENCIAS ESPIRITUAIS, BOAS OU MÁS, DEPENDE DE NOSSA INCLINAÇÃO, RELIGIÃO, CONHECIMENTO DESSE MUNDO ESPIRITUAL E COMO ATUAMOS NELE. QUANDO DESOBEDECEMOS LEIS MORAIS DE RELACIONAMENTO COM O PRÓXIMO, ESTAMOS INCLINANDO PARA O MAL, A BIBLIA CHAMA ESSA TRANSGRESSÃO DE "PECADO", HARMATHIA DO GREGO, ERRAR O ALVO, OU SEJA DEIXAR DE FAZER O QUE É CERTO. ENTÃO O SUCESSO DE UM RELACIONAMENTO ESTARÁ DIRETAMENTE VOLTADO AO QUE SABEMOS DO MUNDO ESPIRITUAL E DESSA PESSOA E SOBRE SEU ESPIRTO. OS MAIORES DESASTRES NOD RELACIONAMENTO, ACONTECERAM , PORQUE PESSOAS IGNORARAM ESSES PRINCIPIOS TÃO PROFUNDOS E VERDADEIROS QUE FORAM REVELADOS POR DEUS EM SUA PALAVRA A BIBLIA SAGRADA...
sábado, 13 de junho de 2009
Por que deveria acreditar na ressurreição de Cristo?
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
Ciência, Mentiras, Fraudes e videotapes
Em 2001, Jan Hendrik Schön, pesquisador dos Laboratórios Bell, era considerado um jovem gênio da física. Com 31 anos de idade, já havia recebido dois prêmios internacionais e publicado cerca de 70 artigos científicos, alguns em revistas entre as mais importantes do mundo. Havia chegado ao ritmo vertiginoso de uma publicação, em média, a cada oito dias. Um trem-bala direto para o prêmio Nobel: “parecia que estávamos competindo com um deus”, lembram alguns cientistas da área. Num artigo sensacional, na revista Nature, o jovem anunciou poder construir um transistor do tamanho de uma molécula, feito de substâncias orgânicas, o que representaria uma revolução para a microeletrônica e para a nanotecnologia, com eventuais aplicações médicas e informáticas extraordinárias. No entanto, nos dados de Jan Hendrik Schön havia algo estranho. Os resultados pareciam demasiado perfeitos. Alguns físicos perceberam que os gráficos de três experimentos diferentes tinham uma parte idêntica. Schön declarou ter fornecido, por engano, a mesma figura. Logo em seguida, outras coincidências estranhas apareceram, em muitos trabalhos do rapaz. Um inquérito foi aberto. Schön declarou não ter cadernos de laboratório nem anotações. Disse ter deletado do seu computador os dados, e que as amostras dos experimentos tinham sido jogadas fora ou estavam danificadas. Um terremoto sacudiu a comunidade dos físicos: o “jovem deus” havia, simplesmente, mentido. A maioria dos dados tinha sido forjada. Os achados eram pouco mais que mentiras. Muitos dos artigos de Schön foram retratados pelas revistas que os haviam publicado. Ele foi demitido da Bell e, mais tarde, perdeu seu título de doutorado.
O funcionamento da ciência moderna se baseia, entre outras coisas, no esclarecimento detalhado de todas as hipóteses, metodologias, dados experimentais que sustentam cada afirmação, para que qualquer pesquisador da área possa repetir, ao menos em princípio, os raciocínios teóricos, os cálculos, as experiências citadas e conferir cada afirmação, confirmando ou refutando as conclusões. Tudo, então, deve ser registrado e comunicado. Quando os dispositivos de gravação e divulgação de hipóteses, indícios e dados não funcionam bem, as afirmações de um pesquisador não podem ser arquivadas como científicas. Se esse “videotape da ciência” não funciona, ou não é colocado à disposição (ou seja, se os dados parecem impossíveis de ser reproduzidos, se não há como verificar, repetir as experiências), então afirmação científica e mentiras podem formar um emaranhado difícil de destrinçar.
Mentiras antigas, pressões contemporâneas
Mentira na ciência não é novidade. Apesar do fato de que Robert K. Merton, entre os fundadores da sociologia da ciência, achou que “comunitarismo”, “universalismo” e “desinteresse” estivessem entre as normas fundamentais que geram o comportamento da comunidade acadêmica, desde o tempo de Galileu pode ser que os cientistas briguem, eventualmente trapaceiem e, às vezes, mintam descaradamente, modificando resultados, relatando experimentos que não efetuaram, descrevendo observações que nunca foram feitas. Fazem isso por várias razões: para que os dados sejam consistentes com a teoria em que acreditam, para embelezá-los e convencer mais facilmente os colegas, para marcar a prioridade numa descoberta, para ganhar as luzes do palco, dinheiro ou prêmios. Hoje, a competição entre pesquisadores em determinadas áreas virou acirrada, os interesses em jogo sobre algumas pesquisas podem ser enormes, e os tempos para marcar uma prioridade podem ser tão estritos quanto os ritmos da grande mídia. Como resultado, a discussão ética virou urgente.
O caso do cientista sul-coreano Hwang Woo-suk, que forjou dados para afirmar ter produzido células-tronco humanas por meio de clonagem, é celebérrimo. Mas têm dezenas. No início deste ano, a revista Lancet teve que retirar o artigo de Jon Sudbø, dentista e oncologista do The Radium Hospital de Oslo. O pesquisador havia “descoberto” que alguns remédios podiam diminuir o risco de câncer oral, fazendo testes clínicos em centenas de pacientes que, porém, nunca existiram. Pouco antes, o escândalo do rofecoxib (também conhecido com o nome comercial de Vioxx ou Ceoxx) agitava a mídia mundial. Em 2004, a farmacêutica Merck havia retirado do mercado o remédio. Mas o problema não foi só anunciar que um dos mais vendidos anti-inflamatórios, largamente usado na terapia da artrite, podia aumentar o risco de ataques cardíacos. Foi descobrir, em final de 2005, que, de acordo com o New England of Medicine, pesquisadores que dispunham desde o ano 2000 de dados sobre pacientes vitimas de enfarte, haviam omitido tal informação na pesquisa que publicaram sobre o Vioxx.
“Por isso, pessoalmente não acho que o problema central seja o das fraudes”, comenta Giancarlo Sturloni, pesquisador da Escola Internacional Superior de Estudos Avançados de Trieste (Itália). “Mais importante me parece, por exemplo, a discussão sobre a legitimidade de esconder resultados de uma pesquisa, caso este seja o desejo de uma empresa patrocinadora. A questão não é tanto se o pesquisador mente ou não, mas sim o problema da transparência, da disponibilidade dos dados ao público, dos conflitos de interesse”.
Interesses em conflito
De acordo com um estudo publicado na revista Nature no ano passado, um terço, entre 3200 pesquisadores da área de medicina, entrevistados de forma anônima nos EUA, admitiu ter manipulado resultados ou trapaceado sobre metodologias, em muitos casos sob pressão de patrocinadores. Esconder pressões ou vantagens econômicas pessoais numa pesquisa é tão grave quanto forjar dados. Tanto que, em setembro de 2001, treze entre as mais importantes revistas médicas do mundo decidiram publicar todas o mesmo editorial para denunciar as pressões exercidas pelas indústrias farmacêuticas sobre o mecanismo de publicação científica. Alguns testes clínicos financiados por empresas privadas são executados sob contratos que proíbem que os pesquisadores publiquem seus resultados caso estes sejam desfavoráveis para os patrocinadores. Em 2003, oBritish Medical Journal também dedicou um número monográfico ao problema, com o título de “é tempo de desemaranhar os doutores e as companhias médicas”. As pesquisas financiadas com dinheiro público, mostrava um estudo na revista, têm chances de fornecer um resultado negativo sobre um novo produto farmacêutico quatro vezes maiores do que as pesquisas patrocinadas pelas indústrias. Os estudos desafervoráveis a novos remédios, quando financiados por privados, tendem a não serem publicados. Sturloni conta, num artigo, o caso de Betty Dong, da Universidade de Califórnia. Em 1990 a pesquisadora descobriu, em pesquisa financiada pela farmacêutica Boots, que um remédio para a tireóide produzido pela própria empresa não era mais eficaz que remédios análogos, mais baratos, produzidos pelas concorrentes. A Boots fez de tudo para impedir que a pesquisadora publicasse seus dados: o caso ficou público sete anos mais tarde, graças a um jornalista do Wall Street Journal. Numa época em que testar um novo remédio custa, em média, 500 milhões de dólares, e somente nos EUA as drogas receitadas pelos médicos custam mais de 150 bilhões de dólares por ano, médicos e indústrias farmacêuticas estão abraçados uns aos outros, diz o British Medical Journal, “como a cobra e o bastão” no célebre símbolo da arte médica.
Por isso, muitas revistas científicas exigem hoje que os autores façam uma declaração de todos os possíveis conflitos de interesse de tipo financeiros no âmbito da pesquisa que querem publicar. A American Medical Student Association também modificou o juramento de Hipócrates acrescentando o compromisso em “não aceitar dinheiro, presentes ou hospedagem que possam criar um conflito de interesse com a educação, a prática clínica, o ensino ou a pesquisa médica”. No entanto, os chamados “informadores científicos” (os que fazem propagandas de remédios em hospitais e consultórios) são um exército de centenas de milhares de homens e mulheres no mundo, e as farmacêuticas organizam e financiam mais de 300.000 entre congressos e cursos de formação, em muitos casos em luxuosos hotéis ou em localidades turísticas.
Ética nas publicações
No interior do jogo acadêmico, de acordo com pesquisadores da Organização Mundial de Saúde práticas não éticas incluem também a duplicação ou sobreposição de artigos (submeter ou publicar o mesmo artigo em mais revistas), ou a publicação “salame” (um trabalho é artificialmente dividido em pedacinhos pouco relevantes, para render mais publicações). Tais práticas, ainda que extremamente comuns, são claramente não éticas. Aumentam inutilmente o trabalho de revisão dos cientistas pareceristas, como também a energia e os materiais utilizados, produzindo informações duplicadas ou não relevantes. Além disso, fragmentam o conhecimento, dificultando seu acesso e uso por parte dos leitores. Enfim, o que é mais importante, tais práticas conferem uma vantagem para os pesquisadores menos honestos: no sistema atual acadêmico, onde é considerado melhor quem pública mais artigos, quem não se serve de tais truques corre o risco de desaparecer do mapa. Maiores ainda são os problemas éticos ligados à autoria dos artigos, onde práticas não éticas comuns incluem “autoria convidada” (para agradar pessoas importantes, para troca de favores ou para aumentar as chances de publicação, uma pessoa que na verdade não participou de forma relevante do trabalho assina o artigo), autoria “pressionada” (quando o líder de um grupo o departamento exige assinar trabalhos em que não participou); autoria “fantasma” (quando pessoas que contribuíram com o trabalho não assinam, por exploração injusta ou, ao contrário, porque querem esconder seu nome, filiação e conflito de interesses). Em 2004, a cientista Adriane Fugh-Berman, da Escola de Medicina da Universidade de Georgetown (EUA), recebeu, pela empresa britânica Rx Communications, a proposta de revisar e assinar como autora um artigo, praticamente já escrito por anônimos, sobre um remédio anticoagulante, o Warfarin. A Rx Communications (que se orgulha, em seu site, de dispor de uma equipe de "mais de 100 escritores especializados", capazes de produzir "desde resumos até manuscritos completos" de relatórios de testes clínicos), tinha sido contratada pela multinacional AstraZeneca para produzir artigos que mostrassem desvantagens ou efeitos adversos do remédio, sendo que a farmacêutica estava prestes a lançar uma droga concorrente Fugh-Berman se recusou a assinar o artigo.
Pouco tempo depois, descobriu uma versão muito parecida, assinada por outro pesquisador supostamente “independente”, e denunciou o fato.
Mentiras com pernas curtas… e longas mãos
Dizem muitos cientistas que as mentiras científicas têm pernas curtas: se o resultado de um pesquisador não pode ser replicado por outros, logo é desmascarada a fraude. Porém, em muitas áreas os experimentos podem ser tão difíceis e caros que a replicação é, na prática, quase impossível. Por outro lado, mentiras com pernas curtas podem ter mãos longas, e conseqüências graves. Se algumas conseqüências dos comportamentos não éticos são internas à comunidade científica (uma teoria que se demostra errada, um prêmio não merecido), outras tocam outras partes da sociedade (na forma de prejuízos econômicos: anúncios de descobertas podem ter conseqüências relevantes em bolsa, por exemplo). Algumas podem ser muito graves: por exemplo, no caso de um remédio declarado, injustamente, ineficaz e que, ao contrário, pode salvar vidas. Como fazer então se as pernas de uma fraude não são curtas suficientemente para serem inócuas?
Para alguns cientistas, no Brasil e afora, os mecanismos de auto-regulação da ciência devem ser aperfeiçoados, mas podem dar conta do problema. A mídia e a população devem ficar por fora do debate: ética da ciência, dizem, é coisa complexa, e deve se discutir somente no âmbito acadêmico. Giancarlo Sturloni tem uma resposta radicalmente oposta: “no momento em que uma pesquisa se torna atividade de domínio público, no sentido que são públicos os grandes recursos de que necessita, ou no sentido que suas aplicações, ou as questões levantadas, têm grande impacto na população, devem tornar-se públicos também os debates e os mecanismos para discutir ética, fraudes e conflitos de interesse”. O pesquisador, especialista em percepção e comunicação do risco tecnológico, lembra que nem a fraude de Hwang nem a de Sudbo foram descobertas por meio da revisão dos cientistas. E conclui: “controle e descoberta da fraude nem sempre são procedimentos internos à academia. Menos ainda podem ser internos os debates éticos”.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
A Bíblia contem êrros ou contradições? então,onde eles estão?
Atualmente sabe-se da existência de mais de 5.300 manuscritos gregos do Novo Testamento. Acrescenta-se a este número mais de 10.000 manuscritos da Vulgata Latina e, pelo menos, 9.300 de outras versões, e teremos hoje mais de 24.000 cópias de porções do Novo Testamento. Nenhum outro documento da história se compara a isso. Temos subsídios suficientes para acreditarmos na confiabilidade da Bíblia como um dos documentos históricos mais importante da historiografia humana.
O estado dos manuscritos é muito bom. Comparando com qualquer dos documentos da antiguidade, o Novo Testamento se mostra dez vezes mais confiável. Por exemplo, existem quinhentas cópias dos textos bíblicos anteriores ao ano 500 d.C. O segundo texto mais confiável da antiguidade que a humanidade possui é a Ilíada, da qual existem cinquenta cópias, de cerca de 500 anos ou menos. Existe um manuscrito antigo da obra de Tácito, entretanto ninguém diz que ela não seja história autêntica. Se os livros do Novo Testamento não contivesse relatos de milagres ou não fizessem declarações radicais e desconfortáveis sobre a vida dos seres humanos, seriam aceitos por todos os eruditos do mundo. Em outras palavras, não é ciência objetiva e neutra, mas o PRECONCEITO SUBJETIVO ou as IDEOLOGIAS que estimulam o ceticismo dos eruditos.
Os manuscritos que possuímos, além de serem muito antigos, também são mutuamente consistentes, reforçando a validade um dos outros. Existem pouquíssimas discrepâncias, e nenhuma delas é realmente importante. Todas as descobertas posteriores de documentos, como os Manuscritos do Mar Morto, CONFIRMARAM, em vez de refutarem, os manuscritos mais antigos em qualquer dos casos mais importantes. Simplesmente não existe nenhum outro texto da antiguidade em TÃO BOM ESTADO.
A história da crítica textual do Antigo Testamento não pode ser devidamente contada aqui. Basta dizer que os manuscritos do Antigo Testamento não estão tão próximos de seus originais quanto os do Novo Testamento, mas que foram copiados com cuidado ainda maior e possuem menos variações.
Desde as descobertas dos Manuscritos do Mar Morto, um total de 11 cavernas da região têm cedido ao mundo os seus tesouros de rolos e fragmentos. Dezenas de milhares de fragmentos de couro e alguns de papiro foram, ali recuperados. Embora a maior parte do material seja extra-bíblico, cerca de cem manuscritos encontrados (em sua maioria, parciais) contém porções das Escrituras. Até aqui, todos os livros do Antigo Testamento, exceto Éster, estão apresentados nas descobertas. Como se poderia esperar, fragmentos dos livros mais freqüentemente citados no Novo Testamento são os mais comuns encontrados em Qumran (o local das descobertas). Esses livros são Deuteronômio, Isaias e Salmos. Os rolos de livros bíblicos que ficaram melhor preservados são dois de Isaias, um de Salmos e um de Levítico.
Entre os manuscritos antigos encontrados, está um dos rolos do livro de Isaías inteiro, datado pelos cientistas de 100 a 200 a.C. Quando o compararam com outro livro, feito em 700 a 800 d.C., encontraram POUQUÍSSIMAS DIFERENÇAS, que em nada alterariam o seu conteúdo. E esse livro de Isaías, que usaram para comparação, foi copiado em 700 a 800 d.C., mais de 300 anos depois de Constantino. Logo não havia sido alterado.
O significado dos Manuscritos do Mar Morto é tremendo. Eles fizeram recuar em mais de mil anos de história do texto do Antigo Testamento (depois de muito debate, a data dos manuscritos de Qumran foi estabelecida como os primeiros séculos a.C. e A..D.). Eles ofereceram abundante material crítico para a pesquisa do Antigo Testamento, comparável ao que já dispunham há muito tempo os estudiosos do Novo Testamento, demonstrando, por exemplo, que o Evangelho de João foi escrito dentro de um contexto essencialmente judaico, e não grego, como era freqüentemente postulado pelos estudiosos. Em quarto lugar, ajudaram a confirmar a exatidão do texto do Antigo Testamento. A Septuaginta comprovaram os Manuscritos do Mar Morto, é bem mais exata do que se pensa. Por fim, os rolos de Qumran nos ofereceram novo material para auxiliar na determinação do sentido de certas palavras hebraicas.
Portanto, se usássemos para outros livros antigos os mesmos padrões críticos que usam para a Bíblia, duvidaríamos de qualquer fato que conhecemos hoje sobre cada escritor ou evento anterior a Idade Média.
Se fosse aplicado à Bíblia, os mesmos padrões que os autores e estudiosos de textos aplicam à literatura secular da antiguidade, os registros bíblicos seriam aceitos como os MAIS DIGNOS DE CONFIANÇA e de CREDIBILIDADE entre todos os documentos antigos.
Há mitos (crenças comuns) na Bíblia?
O termo "mito" é, por vezes, utilizado de forma pejorativa para se referir às crenças comuns (consideradas sem fundamento objetivo ou científico, e vistas apenas como histórias de um universo puramente maravilhoso) de diversas comunidades. No entanto, até acontecimentos históricos se podem transformar em mitos, se adquirem uma determinada carga simbólica para uma dada cultura. Na maioria das vezes, o termo refere-se especificamente aos relatos das civilizações antigas.
Os liberais sempre estiveram certos. Há mitos na Bíblia. Mitos eram abundantes no mundo religioso do Antigo Oriente ao redor de Israel, bem como nas religiões à época da Igreja apostólica do primeiro século. Por conseguinte, os escritores bíblicos registraram vários deles em suas obras.
No Antigo Testamento encontramos vários desses mitos (crenças comuns). Há a crença dos cananeus de que existiam deuses chamados Astarote, Renfã, Dagom, Adrameleque, Nibaz, Asima, Nergal, Tartaque, Milcom e Baal. Sobre este último, há o mito de que podia responder com fogo ao ser invocado por seus sacerdotes. Há também o mito egípcio de que o Nilo, o sol e o próprio Faraó eram divinos; o mito filisteu do rei-peixe Dagom; e que o Deus de Israel precisava de uma oferta de hemorróidas e ratos de ouro para ser apaziguado. Para não falar do mito cananeu da Rainha dos Céus, que exigia incenso e libações (bolos) dos adoradores (Jeremias 44.17-25).
Outro mito (crença comum) na Bíblia é que o sol, a lua e as estrelas eram deuses, mito esse que sempre foi popular entre os judeus e radicalmente combatido pelos profetas (2Reis 23.5,11; Ezequiel 8.16). O mito pagão de monstros e serpentes marinhas é mencionado em Jó, Salmos e Isaías, em contextos de luta contra o Deus de Israel, em que eles representam os poderes do mal, os povos inimigos de Israel (Jó 26.10-13; Salmos 74.13-17; Isaías 27.1).
A lista é enorme. Há muitos mitos espalhados pelos livros do Antigo Testamento.
O livro de Jó cita mitos de outros povos, como Rahab e Leviatã, mas não podemos imaginar que o autor, por isto, esteja dizendo que os aceita como verdade. Os profetas, apóstolos e autores bíblicos se esforçaram por mostrar que os mitos eram conceitos humanos, falsos, e em chamar o povo de Deus a submeter-se à revelação do Deus que se manifestou poderosa e sobrenaturalmente na História. Eles sempre estiveram empenhados em separar mitologia de história real, e invenções humanas da revelação de Deus. Elias desmitificou Baal no alto do Carmelo. Moisés também desmitificou o Nilo, o sol e o próprio Faraó, provando, pelas pragas que caíram, que a divindade deles era só mito mesmo. E quando ele queimou o bezerro de ouro e o reduziu a cinzas, desmitificou a idéia de que foi o bovino dourado quem tirou o povo de Israel do Egito. O próprio Deus se encarregou de derrubar o mito de Dagom, rei-peixe dos filisteus, quando a sua imagem caiu de bruços diante da Arca do Senhor e teve a cabeça cortada (1Samuel 5.2-7).
No Novo Testamento, o apóstolo Paulo se refere por quatro vezes aos mythoi (grego). Mitos são estórias profanas inventadas por velhas caducas (1Timóteo 4.7), que promovem controvérsias em vez da edificação do povo de Deus na fé (1Timóteo 1.4). Entre os próprios judeus havia muitas dessas fábulas, histórias fantasiosas (Tito 1.14). E já que as pessoas preferem os mitos à verdade (2Timóteo 4.4), Timóteo e Tito, a quem Paulo escreveu essas passagens, deveriam adverti-las, e eles mesmos deveriam se abster de se deixar envolver nesses mitos. A advertência era necessária, pois os cristãos das igrejas sob a responsabilidade deles vinham de uma cultura permeada por mitos.
O próprio Paulo se deparou várias vezes com esses mitos. Uma delas foi em Listra, quando a multidão o confundiu, juntamente com Silas, com os deuses do Olimpo e queria sacrificar-lhes (Atos 14.11). Outra vez foi em Éfeso, quando teve de enfrentar o mito local de que uma estátua da deusa Diana havia caído do céu, da parte de Júpiter, o chefe dos deuses (Atos 19.35). Em todas essas ocasiões, Paulo procurou afastar as pessoas dos mitos e trazê-las para a fé na ressurreição de Jesus Cristo. De acordo com Paulo, mitos são criações humanas, oriundas da recusa do homem em aceitar a verdade de Deus. Ao rejeitar a revelação de Deus, os homens inventaram para si deuses e histórias sobre esses deuses, que são as religiões pagãs (Romanos 1.17-32).
Pedro também estava perfeitamente consciente do que era um mito. Quando ele escreve aos seus leitores acerca da transfiguração e da ressurreição de Jesus Cristo, faz a cuidadosa distinção entre esses fatos que ele testificou pessoalmente e mithoi, “fábulas engenhosamente inventadas” (2Pe 1.16). Ele sabia que a história da ressurreição poderia ser confundida com um mito, algo inventado espertamente pelos discípulos de Jesus.
Fonte(s):
Dizer que os próprios autores bíblicos criaram mitos significa dizer que eles sabiam que estavam mentindo e enganando o povo com estórias espertamente inventadas por eles. Seus escritos mostram claramente que eles estavam conscientes da diferença entre uma história inventada e fatos reais. Através da História, os cristãos têm considerado o mito como algo a ser suplantado pela fé na revelação bíblica, que registra os poderosos atos de Deus. Equiparar as narrativas bíblicas aos mitos pagãos é validar a mentira e a falsidade em nome de Deus. É adotar uma mentalidade pagã e não cristã.
Existe, naturalmente, uma diferença entre o mito neoliberal e os contos que aparecem na Bíblia. Há várias histórias na Bíblia, criadas pelos autores bíblicos, que claramente nunca aconteceram. Contudo, elas nunca são apresentadas como história real, como fatos reais sobre os quais o povo de Deus deveria colocar sua fé, mas como comparações visando ilustrar determinados pontos de fé, ou linguagem figurada. São as parábolas, os contos, como aquela história do espinheiro falante contada por Jotão (Juízes 9.7). Há também a poesia, quando se diz que as estrelas cantam de júbilo, que Deus cavalga querubins e viaja nas asas do vento. Os salmos contêm muito disso. Quando os neoliberais deixam de reconhecer a diferença entre mitos e gêneros literários que usam licença poética e linguagem figurada, fazem uma grande confusão.
A atitude dos profetas, apóstolos e autores bíblicos em relação ao mito foi de desmitificação. Eu sei que dizer isso é anacrônico, pois foi somente no século passado que Rudolph Bultmann propôs seu famoso programa de desmitificação da Bíblia. Ele achava que havia mitos na Bíblia e que era preciso separá-los da verdade. Mas, antes dele, os próprios profetas, apóstolos e autores bíblicos já haviam manifestado essa preocupação. É claro que eles e Bultmann tinham conceitos diferentes. Mas se ao fim o mito é uma história de caráter religioso que não tem fundamentos na realidade e que se destina a transmitir uma verdade religiosa, eles não são, de forma alguma, uma preocupação exclusiva de teólogos modernos.
Vejam então que o programa de desmitificação começou muito antes de Bultmann! Começa na própria Bíblia, que nos chama a separar a verdade do erro.
G.B. Caird, em 'The Language and Imaginery of the Bible', distinguiu nove significados para a palavra 'mito'. Para objetivos mais populares e menos técnicos, aqui é suficiente distinguirmos seis:
1. O sentido literal de mito, do grego 'mythos', é simplesmente história sagrada. Nada afirma sobre a veracidade ou a falsidade, historicidade ou não - trata apenas do que é sagrado ou de coisas sagradas.
2. O sentido popular é simplesmente algo que não aconteceu realmente, que não seja real. Aqui, mito contrasta com a verdade ou com o fato. Esse é o sentido que a maioria das pessoas dá às histórias da Bíblia, especialmente as histórias de milagres: ocorreram realmente ou apenas são "mitos", isto é, meras ficções humanas?
3. Um sentido mais técnico e restrito de mito, usado frequentemente para descrever as histórias bíblicas, especialmente as de milagres, é o de um gênero literário que inclui a fantasia, animais falantes e história de deuses. São histórias sobrenaturais que não são literalmente verdadeiras, nem o contador pretendeu que fossem, mas são uma forma de explicar fatos por meio de elementos sobrenaturais ou naturais. Encaixam-se nesta categoria tanto histórias sobrenaturais de deuses [mitologia] e de animais falantes [fábulas], bem como histórias com elementos naturais, como as parábolas de Jesus.
4. Outro sentido técnico, não usado comumente em círculos que não sejam profissionais, é o de uma projeção da consciência humana para a realidade. Nesse sentido, a teoria do conhecimento de Kant ("a revolução de Copérnico na filosofia", como ele a chamou) é a declaração de que todo conhecimento humano é um mito. Em sentido mais restrito, os sonhos são mitos se, quando estivermos sonhando, eles forem considerados realidades objetivas.
5. Um uso muito amplo de mito, mas ainda técnico e profissional, é o de "qualquer história elaborada para articular uma visão de mundo". Esse sentido incluiria tanto as histórias literalmente verdadeiras como as ficcionais, mas geralmente é usado com a conotação de ficção.
6. Um último sentido, também bastante amplo e técnico, usado mais em círculos literários do que em bíblicos, é o de mito como um arquétipo platônico em forma de história, uma verdade universal sobre a vida humana expressa em uma história. Geralmente a história é uma ficção, mas não necessariamente. A ressurreição de Cristo, mesmo sendo factual, também seria um mito nesse sentido, um modelo para a nossa ressurreição.
Os cristãos tradicionais (não-liberais) frequentemente concordam que a Bíblia contém mitos no sentido de história sagrada (1), de parábolas (3), de visão de mundo (5) e de arquétipo (6), mas não no sentido irreal (2) nem de projeção (4).
Não obstante, a tantos ataques contra a sua veracidade, e ao seu conteúdo Divino, homens ilustres manifestaram-se favoráveis ao testemunho das Escrituras. Entre eles podemos destacar:
>> Pedro Calmon, magnífico reitor da antiga Universidade do Brasil: "Livro dos livros, a Bíblia é o fundamento de uma cultura que se fez com a palavra - 'no princípio era o verbo' - a promessa, a divina promessa da justiça, que pacifica os homens; que os incorpora na sociedade; que lhes abre as portas da sobrevivência. Alicerce de uma civilização eminentemente moral, a Bíblia é o eterno documento do espírito, mensagem de comunhão do homem com Deus".
>> Coelho Neto, polígrafo: "O livro de minha alma, a Bíblia, não o encerro na biblioteca entre os livros de meus estudos. Conservo-a sempre à minha cabeceira, à mão. É dela que tiro a água para minha sede da verdade; é dela que tiro o bálsamo para as minhas dores nas horas de agonia. É vaso em que cresce a verdade. Nela vejo sempre a verde esperança abrindo-se na flor celestial, que é a fé. Eis o livro que é a valise com que ando em peregrinações pelo mundo".
>> Jean J. Russeau, filósofo iluminista francês: "Eu confesso que a majestade das Escrituras Sagradas me abisma, e a santidade do Evangelho enche o meu coração. Os livros dos filósofos com toda a sua pompa, quanto são pequenos à vista deste! Pode-se crer que um livro tão sublime e, as vezes, tão simples, seja obra de homens?!"
>> Erasmo Braga, teólogo: "Considerando a Bíblia pelo seu aspecto literário, não se compreende como intelectuais podem permanecer indiferentes à grande fonte em que se abeberaram os que fizeram a nossa literatura - eminentemente biblica -, e deram maciez, tom suave, e caminho ao nosso meigo idioma. Como se pode ler Bernard, Frei Luiz, e Vieira, e não possuir o veio donde lhes saiu o ouro da lei - Deus?"
>> Tobias Barreto, escritor: "A Bíblia é um modelo de tudo quanto é bom e belo, e, se outras razões não determinassem sua leitura, bastaria o gosto, o simples instinto literário, para levar-nos a folhear, a admirar as palavras sublimes, as letras petrificadas que brotaram daquelas bocas abrasadas como cratéras do céu".
>> Vitor Hugo, escritor francês: "Há um livro que, desde a primeira letra até à última, é uma emanação superior; um livro que contém toda a sabedoria divina, um livro que a sabedoria dos povos chamou de Bíblia. Espalhai Evangelhos em cada aldeia: uma Bíblia em cada casa!"
>> César Cantu, historiógrafo: "A Bíblia é o livro de todos os povos, de todos os séculos, para todas as idades".
>> Gabriela Mistral, poetisa chilena: "Não sei como alguém pode viver sem a leitura das Escrituras Sagradas".
>> Goethe, dramaturgo alemão: "É a fé na Bíblia que me serve de guia".
>> Giusepe Garibaldi, patriota italiano: "Com a Bíblia alcançamos a liberdade, ela é o melhor aliado..."
>> Abraham Licoln, estadista americano (abolicionista): "Estou ultimamente ocupado em ler a Bíblia! Tirai tudo que puderdes deste livro pelo raciocínio e pela fé, vivereis e morrereis um homem melhor".
>> Sarmiento, ex presidente da Argentina: "A leitura da Bíblia lançou os fundamentos da educação popular que mudou a face dos paises que a possui".
>> Werner Keller, arqueólogo, autor do laureado livro "E a Bíblia Tinha Razão...", nos dois últimos parágrafos da introdução do citado livro, escreve: "Nenhum dos livros de história da humanidade jamais produziu um efeito tão revolucionário, exerceu uma influência tão decisiva no desenvolvimento de todo o mundo ocidental e teve uma difusão tão universal como o 'Livro dos livros'.
Durante a coleta e o estudo do material, que de modo algum pretendo seja completo, ocorreu-me a idéia de que era tempo de os leitores da Bíblia e seus opositores, os crente e os incrédulos, participarem das emocionantes descobertas realizadas pela sóbria ciência de múltiplas discíplinas. Diante da enorme quantidade de resultados de pesquisas autênticas e seguras, convenci-me, apesar da opinião da crítica cética, de que desde o século do iluminismo até os nossos dias tentava-se diminuir o valor documentário da Bíblia, do que a Bíblia tinha razão!"
A Paz de Cristo que excede todo entendimento.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Quem são os demônios? eles eram e são reais?
Que eram demônios? Eram seres reais? ou será que Jesus e os escritores do N.T. assim expressaram porque acreditava geralmente estarem aquelas pessoas aflitas dominadas por espíritos maus, e eles não fizeram nenhum esforço para corrigir o erro dessa crendice?
Nos Evangelhos apresentam-se os demonios como sendo cientes de que Jesus era o Filho de Deus, como seres pertencentes ao reino de satanás, como passando por lugares secos, aguardando o tormento do abismo, preferindo morar em porcos, a ir para seu lugar próprio. Muitos podiam ficar numa só pessoa. Falavam, reconhecendo que tinham uma personalidade e uma consciencia separadas daquela da pessoa por ela ocupada, dela claramente distintas.
Encaravam o julgamento futuro com tremor. Jesus não se interessou por eles, senão pelas pessoas a quem fizeram sofrer.
Somente em alguns casos as doenças foram atribuídas à possessão demoníaca. Num deles o homem ficou louco; noutro, ficou mudo; noutro, cego e mudo; ainda noutro, epilético. Todos estes foram efeitos da possessão demoníaca, mas não se identificavam com ela.
Parece que há "espíritos maus", "espíritos imundos", "espíritos sedutores", "anjos caídos", "anjos do diabo", e que são organizados em "principados", !poderes", "governadores das trevas", "hoste espirituias da maldade", contra os quais os seres humanos tem que lutar continuamente, Mt. 12;43,45; 25;41; 2Pe 2;4; Ef 6;12.
O que se pode inferir claramente da Escrituras é que não foram os "endemoninhados" meros lunáticos, porém casos de "personalidade invadida"
e que os demonios, qualquer que fosse sua orígem ou natureza, eram espíritos maus que realmente entravam, dum ou doutro modo, em certas pessoas e as atormentavam.
Pensa-se ter sido uma exibição especial do diabo contra Jesus, permitida por Deus, durante o tempo que Ele passou na terra para demonstrar que o poder de Cristo alcançará até a região do invisível. Jesus está destruindo o império de Belzebu e seus demônios. A fé em Cristo é a proteção contra qualquer mal que eles possam fazer.
Daquilo que as vezes sucede no mundo, pode-se quase inferir que ainda hoje homens que estão de fato possessos de demônios.
Manual Bíblico, Henry H. Halley, Sociedade Religiosa, Ed. Vida Nova.
A existência de seres espirituais, não-corporais, que a Sagrada Escritura chama de anjos, é uma verdade de fé. São criaturas puramente espirituais, dotadas de inteligência e vontade. São criaturas pessoais e imortais. Superam em perfeição todas as criaturas visíveis.
O Judaismo desemvolveu uma demonologia muito rica, vindo de muitas outras culturas Egípicias, Persas, Babilônicas, Assírias e que tambem acreditavam e conheciam a orígem dos demônios.
"Segundo a sabedoria, os demônios têm pés de pássaros, e cada pessoa pode verificar a presença de demônios em sua casa polvilhando o andar com farinha próximo à cama, e verificando pistas a manhã. Também se conheceu que demônios ocultavam cuidadosamente os seus pés com meia, mantos, e assim por diante se eles se faziam passar por seres humanos."
Demônios são anjos que se rebelaram contra Deus muito antes da criação dos seres humanos. O motivo? Orgulho, independência, auto-suficiência - as mesmas coisas que nos fazem passar longe de Deus.
A diferença que existe entre anjos e homens é que um certo número deles foi criado e foi isso. Anjos não procriam, não se multiplicam e também não morrem. Os anjos e demônios que você encontra na Bíblia são os mesmos que estão por aí.
Por não terem sido vítimas de um estímulo ou tentação externa, como aconteceu com Adão e Eva que foram tentados por Satanás travestido de serpente, e também por não morrerem, não há perdão ou salvação para os anjos que pecaram. Mas para os seres humanos há.
Ao contrário do que você vê nos gibis e filmes, os demônios não moram no inferno. Eles estão por aí circulando entre o céu e a terra e se opondo a tudo o que é de Deus. Deus quer salvar? Os demônios querem destruir. Deus quer libertar? Eles querem escravizar. Deus quer aliviar? Eles querem transtornar.
Mas os demônios não apenas influenciam ou prejudicam os seres humanos. Eles podem também dominar as pessoas e até invadir seus corpos, como foi o caso daqueles dois homens possessos que Jesus encontrou assim que desembarcou na região de Gadara. Dois mil demônios tinham tomado posse daqueles homens que viviam loucos e transtornados em meio aos sepulcros.
Os demônios imediatamente reconhecem a Jesus como o Filho de Deus e o adoram. Perguntam a ele por que tinha vindo incomodá-los antes da hora. Sim, porque haverá um dia quando Satanás e seus anjos serão condenados ao lago de fogo que foi originalmente preparado para eles, não para os homens.
Jesus liberta aqueles dois homens expulsando os demônios e permitindo que eles entrem em mais de dois mil porcos que pastavam no local. Os porcos, possessos e enlouquecidos, se atiram pelo despenhadeiro e se afogam no mar, confirmando a vocação dos demônios que é de matar e destruir.
Agora os dois homens libertados encontram-se em seu perfeito juízo e conversam com Jesus enquanto os que cuidavam dos porcos correm à cidade para contar o que tinha acontecido.
A população do lugar vem imediatamente se encontrar com Jesus, não para celebrar ou agradecer a ele por duas vidas salvas, mas para lamentar a perda de dois mil porcos. Antes que a presença de Jesus causasse um prejuízo maior, eles pedem que Jesus caia fora.
Você provavelmente fará o mesmo se der mais importância a porcos do que a Jesus. Mas, enquanto alguns se agarram a seus porcos, outros fazem o possível e o impossível para levar um amigo doente a Jesus para ser libertado. Mas esta história eu vou contar nos próximos 3 minutos. (www.3minutos.net , Mario Persona) http://www.3minutos.net/2008/08/25-demnios-e-porcos.html
Veja, ou melhor ouça a gravação do exorcisto de Emily Rose, que deu origem ao filme; http://www.youtube.com/watch?v=SMoxMhFltwI
Veja o video do Pr.Marcos Pereira expulsando demônios:
http://www.youtube.com/watch?v=6U3yxb_-U0Q


